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ASA Vintage - História d'O (Novidade)



Título: História d'O
Autor: Pauline Réage
Páginas: 160
PVP: 14,00€


Um dos mais polémicos romances do século XX

Publicado originalmente em 1954, sob pseudónimo, foi galardoado com o Prix des Deux Magots em 1955. A identidade real de Pauline Réage só viria a ser revelada quarenta anos após a publicação do livro. A obra foi adaptada ao cinema em 1975.



As correntes e o silêncio, que deveriam aprisioná-la no fundo de si mesma, sufocá-la, estrangulá-la, libertavam-na… Ousaria alguma vez dizer-lhe que nenhum prazer, nenhuma alegria, nenhuma fantasia, poderia aproximar-se da felicidade que sentia na liberdade com que ele a usava?
 
 A bela e jovem O testa os limites da sua mente e do seu corpo através de uma sexualidade violenta e inquieta neste romance clássico da literatura erótica. Enclausurada no castelo de Roissy, O submete-se a todos os desejos e fantasias do seu amante. A entrega, total, é-lhe escrita na pele, marcada na carne. Um processo de iniciação que vai levá-la mais longe do que alguma vez imaginou: ao lugar onde o prazer máximo pertence ao outro. Considerado um dos mais polémicos romances do século XX, História d’O foi galardoado com o Prix des Deux Magots, em 1955.

Pauline Réage (1907 – 1998) é o pseudónimo de Anne Desclos, jornalista e escritora francesa. História d’O foi publicado originalmente em 1954, causando grande controvérsia e especulação em relação à verdadeira identidade da autora. Na sua génese, está o desafio lançado pelo editor Jean Paulhan, que afirmou não acreditar que uma mulher fosse capaz de escrever um romance erótico. Anne Desclos admitiu a sua autoria apenas quarenta anos após a publicação. História d’O foi adaptado para o cinema em 1975.
 
 
 
"Um livro extremamente perturbador. Uma sombria obra-prima."
The Spectator
 
"Extraordinário."
The Observer
 
"Tantos anos após a sua publicação, História d'O continua a ser um livro poderoso."
The Guardian    



Inspirada por um conceito intrinsecamente associado a qualidade e singularidade, a Colecção Vintage tem por objectivo reunir obras literárias excepcionais, da autoria de escritores consagrados.
 
 

 
 
 
 
 

ASA - Novembro (Novidades)


Título: Sonhos Proibidos
Autor: Lesley Pearse
Páginas: 624 páginas
PVP: 16,90€
Lançamento: 12 de Novembro












Londres, 1910. Belle tem quinze anos e uma vida protegida. Graças aos cuidados da ama, ela nunca se apercebeu de que a casa onde vive é um bordel, regido com mão de ferro pela sua mãe. Porém, a verdade encontra sempre maneira de se revelar… Para Belle, será no trágico dia em que assiste ao assassinato de uma das raparigas da casa. Ingénua e indefesa, ela fica à mercê do criminoso, que a rapta e leva para Paris, onde se inicia como cortesã. Afastada do único lar que conheceu, a jovem refugia-se nas memórias de infância e acalenta o sonho de voltar aos braços do seu primeiro amor, Jimmy.

Mas Belle já não é senhora do seu destino. Prisioneira da sua própria beleza, é alvo do desejo dos homens e da inveja das mulheres. Longe vão os anos da inocência e, quando é levada para a exótica e decadente cidade de Nova Orleães, ela acaba por apreciar o estilo de vida que o Novo Mundo tem para lhe oferecer. Mas o luxo e a voluptuosidade que a rodeiam não mitigam as saudades que sente de casa, e Belle está decidida a tomar as rédeas da sua  vida. Um sonho que pode ser-lhe fatal pois há quem esteja disposto a tudo para não a perder. No seu caminho, como barreiras fatais, erguem-se um continente selvagem e um oceano impiedoso. Conseguirá o poder da memória dar-lhe forças para sobreviver a uma viagem impossível?

Lesley Pearse
É autora de uma vasta obra publicada em todo o mundo e uma das escritoras preferidas do público português. Os seus livros venderam mais de sete milhões de exemplares até à data. A própria vida da escritora é uma grande fonte de inspiração para os seus romances. Quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adoção, pobreza ou ambição, ela viveu tudo isto em primeira mão. Lesley é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita





Título: História d'O
Autor: Pauline Réage
Páginas: 160 páginas
PVP: 14,00€
Lançamento: 19 de Novembro












A bela e jovem O testa os limites da sua mente e do seu corpo através de uma sexualidade violenta e inquieta neste romance clássico da literatura erótica. Enclausurada no castelo de Roissy, O submete-se a todos os desejos e fantasias do seu amante. A entrega, total, é-lhe escrita na pele, marcada na carne. Um processo de iniciação que vai levá-la mais longe do que alguma vez imaginou: ao lugar onde o prazer máximo pertence ao outro. Considerado um dos mais polémicos romances do século XX, História d’O foi galardoado com o Prix des Deux Magots, em 1955.

Pauline Réage (1907 – 1998) é o pseudónimo de Anne Desclos, jornalista e escritora francesa. História d’O foi publicado originalmente em 1954, causando grande controvérsia e especulação em relação à verdadeira identidade da autora. Na sua génese, está o desafio lançado pelo editor Jean Paulhan, que afirmou não acreditar que uma mulher fosse capaz de escrever um romance erótico. Anne Desclos admitiu a sua autoria apenas quarenta anos após a publicação. História d’O foi adaptado para o cinema em 1975.

Inspirada por um conceito intrinsecamente associado a qualidade e singularidade, a Colecção Vintage tem por objectivo reunir obras literárias excepcionais, da autoria de escritores consagrados.

O Livro Do Riso e Do Esquecimento

Milan Kundera



















Em 1971, três anos após a ocupação do seu país pelos Russos, Mirek - sob vigilância da polícia secreta - tenta recuperar as cartas de amor que escreveu a uma ex-namorada. Marketa e o marido, Karel, têm de lidar com a atitude cada vez mais infantil da mãe de Karel e, simultaneamente, com a amoral Eva e os desejos do passado. Numa pequena escola de Verão francesa, duas raparigas americanas aprendem as lições do riso. Jan, de 41 anos, prepara-se para atravessar diversas fronteiras - geográficas, existenciais e eróticas - para ter uma nova vida nos Estados Unidos. E Tamina, a quem o exílio obriga a trabalhar como camareira, luta desesperadamente contra o esquecimento, que começa a esfumar a recordação do seu falecido marido. 
A história desta bela exilada contém as verdades fundamentais do livro: a experiência trágica da Primavera de Praga e a vida no mundo ocidental. Política e erotismo, humor e tristeza, utopia e quotidiano; contrastes que alimentam este "romance em forma de variações", que é não mais que uma viagem ao coração da existência humana no século XX. Num mundo onde a História pode ser reescrita de dia para a noite e em que o amor pode ser vítima quer da intromissão política, quer da traição pessoal, estas são histórias de homens e mulheres a viver um esquizofrénico quotidiano de opressão pública e desejos privados.

Sono Crepuscular

Edith Wharton



















Com a cosmopolita cidade de Nova Iorque como pano de fundo, a família Manford refugia-se nas mais variadas formas de evasão para fugir ao tédio e ao vazio das suas vidas privilegiadas. No mundo da alta-sociedade a que pertencem, abundam o sexo, as drogas, a ânsia por dinheiro e poder, a atracção pelo oculto e pela espiritualidade new age. Nona é a filha mais nova e com apenas 19 anos ambiciona mais do que a busca de prazer imediato adoptada pela maioria dos jovens da sua idade. Numa época cuja prioridade é dada a relacionamentos superficiais, ela procura uma existência com sentido, algo que partilha com o meio-irmão, Jim. Mas a mãe de ambos, Pauline, tem da vida uma visão bastante mais utilitária e hedonista. A sua obsessão com as aparências vai forçá-los a assumir posições extremas e ditar irremediavelmente o futuro de todos.

Sono Crepuscular poderia ter sido escrito no século XXI. Mas, na verdade, a grande senhora das letras americanas, Edith Wharton, escreveu-o no início do século passado e retratou os loucos anos vinte em toda a sua duplicidade.

O Véu Pintado

Somerset Maugham



















Kitty sente-se prisioneira de um casamento infeliz e de um estilo de vida que está longe de ser aquele que sonhou para si. Sem que tivesse obtido a notoriedade social que desejava e afastada do seu país e da família devido à profissão do marido – bacteriologista destacado para Hong Kong –, a jovem acaba por encontrar algum consolo numa relação extraconjugal. Mas a traição acaba por ser descoberta pelo marido, que leva a cabo uma estranha e terrível vingança…

Através do despertar espiritual da adorável e fútil Kitty, Somerset Maugham pinta um retrato vívido da presença britânica na China e apresenta-nos uma galeria de personagens inesquecíveis.

O Véu Pintado foi por três vezes adaptado para o cinema: em 1934, num filme protagonizado por Greta Garbo; em 1957, com Bill Travers e Eleanor Parker; e em 2006, num filme realizado por John Curran, com Edward Norton e Naomi Watts nos principais papéis.


O Véu Pintado, com a sua melancolia, a sua tensão moral, a sua ironia e compaixão, a sua evocação crescente de luxúria, terror e arrependimento, é uma obra de arte.”
The Spectator

“Um espantoso romance que através de uma bem caracterizada galeria de personagens questiona habilmente temas intrínsecos à natureza humana… Brilhante!”
A Capital

“Em O Véu Pintado, está patente o enorme domínio narrativo do autor.”
O Independente

“Em O Véu Pintado, Somerset Maugham faz uma magnífica caracterização da presença britânica na China e apresenta, como é seu hábito, uma admirável galeria de personagens.”
Diário de Notícias