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Esfera dos Livros - "O Credor toca sempre duas vezes", Nuno da Silva Vieira (Novidade)
Atualmente
os tribunais portugueses declaram mais de 50 insolvências por dia. E
não são só as empresas a fechar as portas, com falta de liquidez e de
cumprimento das obrigações. Há cada vez mais portugueses envolvidos em
processos de insolvência pessoais.
Por
endividamento excessivo, por dívidas de um ex-cônjuge que subitamente
ensombram a sua vida, por incúria, por gestão danosa, por se meterem em
negócios sem fazer as devidas salvaguardas, por abuso dos cartões de
crédito… Chega uma altura em que o peso das dívidas é demasiado grande e
quando o credor bate à porta é preciso estar preparado para encontrar
uma solução…
Pelas mãos do advogado Nuno Silva Vieira passam muitos casos de insolvência de empresas e particulares. Aproveite esta ocasião para falar como autor nos dias 14 e 15 de fevereiro e saber como pode evitar que o Credor lhe bata à porta!
Neste
livro encontra casos práticos, definições claras dos conceitos jurídicos
mais complexos, formas de obter perdão da dívida, estratégias para
negociar com os credores, as diferentes etapas de um processo de
insolvência, exemplos de planos de pagamento e de revitalização e
conselhos úteis para evitar a insolvência.
O Autor
Nuno da Costa Silva Vieira é
licenciado em Direito, advogado, conferencista, autor de várias
publicações e artigos jurídicos em várias revistas. Sócio fundador da
Vieira, Amílcar & Associados, é consultor em negócios e comentador
permanente em programas de televisão.
Esfera dos Livros - a primeira "História Geral da Inquisição Portuguesa" editada pela Esfera dos Livros (Novidade)
Depois da publicação de A História de Portugal de Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e, Nuno Monteiro e de A História Económica de Portugal de 1143 a 2010 de Pedro Lains, Leonor Costa e Susana Miranda, A Esfera dos Livros edita agora a primeira História Geral da Inquisição Portuguesa, 1536-1821 de Giuseppe Marcocci e José Pedro Paiva.
Os historiadores José Pedro Paiva e
Giuseppe Marcocci trazem-nos um trabalho de grande rigor e pesquisa que
permite esclarecer este momento negro da História. É uma obra única e
original que permite perceber a história, a vida institucional e
judiciária do Tribunal da Fé, a sua evolução, com os seus períodos de
crise e de maior perseguição.
Sem nunca esquecer as histórias dos
homens que formavam este órgão e as suas vítimas - cristãos-novos,
feiticeiros, bruxas e outros hereges - que questionavam os dogmas ou a
ordem social instituída e, por isso, sofreram duras perseguições e
torturas, tendo muitos comparecido em autos da fé celebrados em praças
públicas.
O autor José Pedro Paiva vai estar em Lisboa nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro para falar sobre este tema.
Sobre o Livro
Em 1536 começava a funcionar, em
Évora, onde a corte residia, a Inquisição. O seu objetivo principal era
defender a fé e a Igreja. A bula papal da fundação explicitava a
natureza dos crimes sob a sua alçada. Apelava-se a todos que
denunciassem qualquer pessoa suspeita de ter aderido às crenças
luteranas, observado cerimónias e costumes judaicos ou islâmicos, negado
a existência da vida eterna, acreditado na transmigração das almas até
ao dia do Juízo, contestado a virgindade de Nossa Senhora ou que Cristo
fosse o Messias prometido no Antigo Testamento, praticado a bigamia,
bruxaria ou feitiçaria, possuído livros para celebrar sabats noturnos ou
outros defesos pela Igreja, incluindo bíblias escritas em línguas
vernáculas. Iniciava-se uma perseguição que levou milhares de vítimas,
homens e mulheres, que pelas suas ideias e comportamentos foram presos,
acusadas e, no limite, mortas nas fogueiras por condenação do Santo
Ofício.
Nascia, deste modo, no coração do
Renascimento, a Inquisição, que marcou de forma vincada a História de
Portugal e do seu império durante 285 anos. A sua influência continua-se
a sentir ainda hoje, em certas dimensões da vida institucional e até
nos costumes e modos de ser e pensar.
Numa pesquisa rigorosa e baseada em
consulta exaustiva de arquivos e documentação, Giuseppe Marcocci e José
Pedro Paiva apresentam a primeira história da Inquisição portuguesa,
desde a sua fundação à extinção, em 1821.
Sobre os Autores
José Pedro Paiva é
professor na Universidade de Coimbra, investigador no Centro de
História da Sociedade e da Cultura e no Centro de Estudos de História
Religiosa. A sua área de pesquisa central é a história religiosa e
cultural em Portugal, séculos XVI-XVIII. Entre outros livros é autor de
Bruxaria e superstição num país sem "caça às bruxas"(Lisboa, 1997), Os
bispos de Portugal e do império (1495-1777) (Coimbra, 2006), Baluartes
da fé e da disciplina.
Giuseppe Marcocci é
professor de História Moderna na Università degli Studi della Tuscia,
em Viterbo (Itália) e coordenador do projeto de investigação Beyond the
Holly War, na Scuola Normale Superior, em Pisa (Itália) . A sua área de
pesquisa central é a história política, cultural e religiosa do mundo
ibérico, com especial atenção sobre o caso português entre os séculos XV
e XVIII. Entre outros estudos, é autor de A consciência de um império:
Portugal e o seu mundo, sécs. XV a XVII (Coimbra 2012).
Esfera dos Livros - Janeiro e Fevereiro 2013 (Novidades)
Título: Segredos da Maçonaria Portuguesa
Autor: António José Vilela
Colecção: Atualidade
P.V.P: 16 €
EAN: 9789896264468
Páginas: +/- 360
P.V.P: 16 €
EAN: 9789896264468
Páginas: +/- 360
Lançamento dia 31 de janeiro, 18h30, Bertrand Chiado. Apresentação por Eduardo Dâmaso
Em Segredos da Maçonaria Portuguesa
conta-se as histórias dos pedidos de favores maçónicos a Paulo Portas e
os convites do GOL e da GLLP/GLRP a Pedro Passos Coelho e António José
Seguro. Mas também a revolta maçónica contra o gestor António Mexia, a
iniciação de Isaltino Morais, a festa maçónica com o cantor-imitador
Fernando Pereira, o episódio do mestre maçon que mudou de sexo e todos
os pormenores da sessão em que Nuno Vasconcellos foi eleito venerável da
Loja Mozart.
Através dos próprios documentos secretos internos maçónicos, reproduzidos nesta obra, ficamos a saber como são feitas as iniciações de novos membros, quem guarda os livros dos maiores segredos da Irmandade do Bairro Alto, quais são os sinais secretos usados entre maçons e como funcionam os principais órgãos da maçonaria. Conhecemos ainda o vasto património da maçonaria, quem são os maçons eleitos para o Parlamento do GOL, o que dizem as atas confidenciais das sessões, onde, entre outros assuntos, já se votou a criação de serviços de inteligence e as ligações do espião Jorge Silva Carvalho aos altos graus da maçonaria e ao atual ministro Miguel Relvas.
António José Vilela Jornalista desde 1992, 44 anos, é grande repórter da revista Sábado. Licenciado e doutorando em Comunicação Social, mestre em Ciência Política, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), da Universidade Técnica de Lisboa. É assistente, desde 1999, no ISCSP. No curso de Ciências da Comunicação, é docente das cadeiras de Técnicas de Imprensa e Jornalismo Digital. No mestrado de Comunicação Social, leciona Jornalismo de Investigação e Produção Jornalística.Venceu dois prémios nacionais de jornalismo: Prémio Reportagem Segurança Rodoviária (1999) e Prémio Reportagem Orlando Gonçalves (2004), ambos com trabalhos publicados na Notícias Magazine (Diário de Notícias/Jornal de Notícias).
Através dos próprios documentos secretos internos maçónicos, reproduzidos nesta obra, ficamos a saber como são feitas as iniciações de novos membros, quem guarda os livros dos maiores segredos da Irmandade do Bairro Alto, quais são os sinais secretos usados entre maçons e como funcionam os principais órgãos da maçonaria. Conhecemos ainda o vasto património da maçonaria, quem são os maçons eleitos para o Parlamento do GOL, o que dizem as atas confidenciais das sessões, onde, entre outros assuntos, já se votou a criação de serviços de inteligence e as ligações do espião Jorge Silva Carvalho aos altos graus da maçonaria e ao atual ministro Miguel Relvas.
António José Vilela Jornalista desde 1992, 44 anos, é grande repórter da revista Sábado. Licenciado e doutorando em Comunicação Social, mestre em Ciência Política, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), da Universidade Técnica de Lisboa. É assistente, desde 1999, no ISCSP. No curso de Ciências da Comunicação, é docente das cadeiras de Técnicas de Imprensa e Jornalismo Digital. No mestrado de Comunicação Social, leciona Jornalismo de Investigação e Produção Jornalística.Venceu dois prémios nacionais de jornalismo: Prémio Reportagem Segurança Rodoviária (1999) e Prémio Reportagem Orlando Gonçalves (2004), ambos com trabalhos publicados na Notícias Magazine (Diário de Notícias/Jornal de Notícias).
Título: Escândalos da Monarquia Portuguesa
Autor: Ricardo Raimundo
Colecção: História Divulgativa
P.V.P: 20 €
EAN: 9789896264512
Páginas: 464
P.V.P: 20 €
EAN: 9789896264512
Páginas: 464
Lançamento dia 6 de Fevereiro, 21h00, Fnac Norte shopping. Apresentação por júlio Magalhães
Com
quase 900 anos de existência, Portugal detém um passado rico em
História… E em muitas histórias. Aqueles episódios caricatos,
rocambolescos, novelescos, escandalosos que não nos são contados nos
bancos da escola, nem nos livros de História tradicionais mais
preocupados com a conjuntura, ciclos económicos ou os grandes
acontecimentos. Mas a história do nosso país é também feita de pessoas
de carne e osso, com defeitos e virtudes, ambições e tristezas…
D. Mécia tornou-se a primeira rainha raptada da História de Portugal, também tivemos reis enfeitiçados pelo amor como D. Pedro IV, o mesmo que batia na mulher D. Leopoldina que terá morrido graças aos maus-tratos do marido, reis bígamos, impotentes, demasiado castos ou homossexuais. Milagres inventados à pressão, para bem da nacionalidade. Confrontos familiares que deram em morte. Assassínios descarados como o de D. Diogo, pelas mãos do seu cunhado, o rei D. João II. Atentados mal sucedidos, como o que foi vítima D. João IV, ou mortes misteriosas que criaram comoção na corte da época, como a do marquês de Loulé. Escândalos financeiros, como a criação da Patriarcal de Lisboa, que provocou um rombo nos cofres do Estado. Construções megalómanas, de custo elevado para o erário público, ou os gastos de rainhas em jóias e roupa…
Ricardo A. Varela Raimundo nasceu em Lisboa, a 24 de novembro de 1981. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras de Lisboa, no ano de 2003. Em 2006 tornou-se mestre em História Moderna pela Faculdade de Letras de Lisboa, Desde 2007 é doutorando em História Moderna na Faculdade de Letras de Lisboa, É colaborador do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. É autor do livro, Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal, editado pela Esfera dos Livros.
D. Mécia tornou-se a primeira rainha raptada da História de Portugal, também tivemos reis enfeitiçados pelo amor como D. Pedro IV, o mesmo que batia na mulher D. Leopoldina que terá morrido graças aos maus-tratos do marido, reis bígamos, impotentes, demasiado castos ou homossexuais. Milagres inventados à pressão, para bem da nacionalidade. Confrontos familiares que deram em morte. Assassínios descarados como o de D. Diogo, pelas mãos do seu cunhado, o rei D. João II. Atentados mal sucedidos, como o que foi vítima D. João IV, ou mortes misteriosas que criaram comoção na corte da época, como a do marquês de Loulé. Escândalos financeiros, como a criação da Patriarcal de Lisboa, que provocou um rombo nos cofres do Estado. Construções megalómanas, de custo elevado para o erário público, ou os gastos de rainhas em jóias e roupa…
Ricardo A. Varela Raimundo nasceu em Lisboa, a 24 de novembro de 1981. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras de Lisboa, no ano de 2003. Em 2006 tornou-se mestre em História Moderna pela Faculdade de Letras de Lisboa, Desde 2007 é doutorando em História Moderna na Faculdade de Letras de Lisboa, É colaborador do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. É autor do livro, Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal, editado pela Esfera dos Livros.
Título: Grandes Naufrágios Portugueses
Autor: José António Rodrigues Pereira
Colecção: História Divulgativa
PVP: 24 €
Colecção: História Divulgativa
PVP: 24 €
EAN: 9789896264475
Páginas: 432
A
História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo
domínio dos oceanos e pela conquista de novos continentes, mas há sempre
um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e
da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível.
Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha
(1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos xvi e xvii, quando, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência, entre tantos outros, aos desastres das naus Águia e Garça, em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro Bolama.
Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros nos diferentes locais espalhados pelo mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam.
Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha
(1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos xvi e xvii, quando, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência, entre tantos outros, aos desastres das naus Águia e Garça, em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro Bolama.
Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros nos diferentes locais espalhados pelo mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam.
José António Rodrigues Pereira nasceu
em Lisboa em 7 de Junho de 1948, entrou para a Escola Naval em 1 de
Setembro de 1966, sendo promovido a capitão-de-mar-e-guerra em 27 de
Julho de 1999. Foi professor da Escola Naval, de 1982 a 1990 e de 2006 a
2010. Esteve colocado no Departamento de Relações Bilaterais da
Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (1991-1995) e foi diretor
do Museu de Marinha (2006-2010). É académico emérito da Academia de
Marinha e académico honorário da Academia Portuguesa da História. Autor
de Grandes Batalhas Navais Portuguesas, publicado por A Esfera dos Livros.
Título: Mafalda de Sabóia
Autor: Diana de Cadaval
Colecção: Romance
P.V.P: 23 €
EAN: 9789896264499
Páginas: 208
EAN: 9789896264499
Páginas: 208
Quando
a sua amiga D. Teresa lhe contou, entre lágrimas, o milagre que
envolvia a infância de seu marido, D. Afonso Henriques, primeiro rei de
Portugal, D. Mafalda de Saboia sabia que morreria sem nunca conseguir
averiguar a veracidade das suas palavras. Era um mistério que ficaria
por revelar.
Depois do sucesso de Eu, Maria Pia e de Maria Francisca de Saboia, Diana de Cadaval regressa à escrita para contar a história de mais uma rainha vinda da casa de Saboia.
Mafalda de Mouriana, filha do conde Amadeu III de Saboia, chega a Portugal, em
1146, aos 20 anos para casar com Afonso I, que aos 37 anos, ganhara uma áurea de conquistador, graças às duras batalhas que ia vencendo contra os infiéis.
Mafalda não encontrou em Portugal a felicidade desejada. Procura na ajuda aos mais necessitados o amor que não encontra nos braços violentos de Afonso, com quem mantém uma relação distante e conflituosa. Entre guerras e conquistas, o marido preferia cair nos braços da amante Châmoa Gomes. De si, sua legítima esposa, procurava apenas a garantia da continuidade da dinastia que iniciara. Tarefa que Mafalda cumpriu com honra até à data da sua morte, em 1157. Foi mãe de sete filhos e sentou no trono Sancho I. Portugal era agora um reino independente, legitimado e reconhecido pela Santa Sé.
Depois do sucesso de Eu, Maria Pia e de Maria Francisca de Saboia, Diana de Cadaval regressa à escrita para contar a história de mais uma rainha vinda da casa de Saboia.
Mafalda de Mouriana, filha do conde Amadeu III de Saboia, chega a Portugal, em
1146, aos 20 anos para casar com Afonso I, que aos 37 anos, ganhara uma áurea de conquistador, graças às duras batalhas que ia vencendo contra os infiéis.
Mafalda não encontrou em Portugal a felicidade desejada. Procura na ajuda aos mais necessitados o amor que não encontra nos braços violentos de Afonso, com quem mantém uma relação distante e conflituosa. Entre guerras e conquistas, o marido preferia cair nos braços da amante Châmoa Gomes. De si, sua legítima esposa, procurava apenas a garantia da continuidade da dinastia que iniciara. Tarefa que Mafalda cumpriu com honra até à data da sua morte, em 1157. Foi mãe de sete filhos e sentou no trono Sancho I. Portugal era agora um reino independente, legitimado e reconhecido pela Santa Sé.
Diana, duquesa de Cadaval,
nasceu em Genebra, na Suíça, e vive atualmente em Portugal, entre o
Estoril e Évora. Formou-se em Comunicação Internacional na Universidade
Americana de Paris e trabalhou na leiloeira Christie's, em Londres. Tem a
seu cargo a atividade cultural do Palácio Cadaval, em Évora, Publicou
com grande sucesso Eu, Maria Pia, em 4ª edição, e Maria Francisca de Saboia, em 2.ª edição, com A Esfera dos Livros.
Título: Tranquilamente
Autor: Vítor J. F. Rodrigues
Coleção: Psicologia
P.V.P: 16 €
EAN: 9789896264505
Páginas: 257
P.V.P: 16 €
EAN: 9789896264505
Páginas: 257
Apresentação no casino da Figueira da Foz dia 6 de Fevereiro, 18h30
Dia 9 de Fevereiro, apresentação em Évora no palácio D. Manuel
Os
portugueses andam stressados com a crise, a falta de dinheiro, o
desemprego e a falta de perspectivas. A isto somamos a correria do
dia-a-dia. Andamos sobre-ocupados, angustiados, deprimidos, irritados,
até agressivos. Consequências?
Dormimos mal; O nosso sistema imunitário vai-se abaixo e ficamos mais vezes doentes; Andamos cansados, desmotivados e impacientes com tudo e com todos, No trânsito a buzina está sempre pronta a insultar alguém; Sofremos de perturbações gastrointestinais; Discutimos mais com a/o nossa/o parceira/o; O nosso entusiasmo sexual vai baixando; A mente parece dispersa, não nos conseguimos concentrar e sentimo-nos desligados da vida.
Reconhece alguma destas situações? Há quem ache que viver em stress é uma obrigação dos nossos tempos. Se concorda, então não compre esta obra. Este livro destina-se a todos os outros que querem viver uma vida mais calma, tranquila e feliz. Decore esta frase: o stress é inimigo do prazer e da fruição da vida.
O psicólogo Vítor J.F. Rodrigues traz-nos um manual prático que nos ensina, num tom bem-humorado, a vencer o stress. A distinguir o stress positivo, do stress que nos faz mal a saúde. A estar atentos aos sinais de alerta e às fontes do stress. A ter uma atitude diferente perante os problemas, gerando os padrões positivos e diminuindo os negativos. A ser mais assertivos, sabendo dizer «não» quando é preciso. A rodearmos das pessoas certas. A agir sem medo de errar, sem ter de agradar aos outros. A deixar de evitar situações dolorosas ou conflituosas, pois a fuga promove uma maior ansiedade. A agir sem culpa, sem pensar no passado, nem antecipando o futuro. A encontrar paz no presente, sentido o bem-estar numa vida tranquila.
Dormimos mal; O nosso sistema imunitário vai-se abaixo e ficamos mais vezes doentes; Andamos cansados, desmotivados e impacientes com tudo e com todos, No trânsito a buzina está sempre pronta a insultar alguém; Sofremos de perturbações gastrointestinais; Discutimos mais com a/o nossa/o parceira/o; O nosso entusiasmo sexual vai baixando; A mente parece dispersa, não nos conseguimos concentrar e sentimo-nos desligados da vida.
Reconhece alguma destas situações? Há quem ache que viver em stress é uma obrigação dos nossos tempos. Se concorda, então não compre esta obra. Este livro destina-se a todos os outros que querem viver uma vida mais calma, tranquila e feliz. Decore esta frase: o stress é inimigo do prazer e da fruição da vida.
O psicólogo Vítor J.F. Rodrigues traz-nos um manual prático que nos ensina, num tom bem-humorado, a vencer o stress. A distinguir o stress positivo, do stress que nos faz mal a saúde. A estar atentos aos sinais de alerta e às fontes do stress. A ter uma atitude diferente perante os problemas, gerando os padrões positivos e diminuindo os negativos. A ser mais assertivos, sabendo dizer «não» quando é preciso. A rodearmos das pessoas certas. A agir sem medo de errar, sem ter de agradar aos outros. A deixar de evitar situações dolorosas ou conflituosas, pois a fuga promove uma maior ansiedade. A agir sem culpa, sem pensar no passado, nem antecipando o futuro. A encontrar paz no presente, sentido o bem-estar numa vida tranquila.
Vítor José F. Rodrigues,
doutor em Psicologia e psicoterapeuta desde 1985, é conferencista e
formador na área da Psicologia Transpessoal. Enquanto terapeuta, o
stresse é uma das suas áreas de trabalho mais relevantes, à qual se
acrescentam a Terapia Regressiva, Hipnose, Meditação, técnicas de
Auto-Investigação Profunda e mesmo a Defesa Psíquica.
Título: É Possível Esquecer-te
Autor: Mariela Michelena
Colecção: Psicologia
P.V.P: 17 €
EAN: 9789896264482
Páginas: 272
P.V.P: 17 €
EAN: 9789896264482
Páginas: 272
É
verdade que uma rutura sentimental pode parecer uma catástrofe sem
solução. O fim da linha. Não consigo esquecê-lo! Como posso viver sem
ele? Porque é que ele me deixou? Sinto um vazio que não consigo
explicar. Todos os dias penso nele.
Não consigo estar sozinha…
Se é garantido que perdemos muita coisa com o fim de um relacionamento, é certo que ganhamos muitas mais, quando arriscamos virar a página… Para isso é necessário entrar num processo com diferentes fases pelas quais precisamos de passar uma a uma. Dos sentimentos de negação, à raiva, ao medo de viver sozinha, ao ciúme do outro, ao duelo com a nossa dor, à resistência para mudar…, chega um momento em que estes dão lugar ao esquecimento, ao perdão, ao alívio, à liberdade, a uma vida nova.
Depois do sucesso de Mulheres Mal-Amadas, a psicóloga Mariela Michelena explica-nos neste livro, recheado de casos verídicos, como ultrapassar a dor de uma relação amorosa falhada, reconstruindo a nossa identidade e alcançando, sozinha ou numa nova relação, a felicidade tão desejada. Um livro sincero e doce sobre um tema amargo.
Não consigo estar sozinha…
Se é garantido que perdemos muita coisa com o fim de um relacionamento, é certo que ganhamos muitas mais, quando arriscamos virar a página… Para isso é necessário entrar num processo com diferentes fases pelas quais precisamos de passar uma a uma. Dos sentimentos de negação, à raiva, ao medo de viver sozinha, ao ciúme do outro, ao duelo com a nossa dor, à resistência para mudar…, chega um momento em que estes dão lugar ao esquecimento, ao perdão, ao alívio, à liberdade, a uma vida nova.
Depois do sucesso de Mulheres Mal-Amadas, a psicóloga Mariela Michelena explica-nos neste livro, recheado de casos verídicos, como ultrapassar a dor de uma relação amorosa falhada, reconstruindo a nossa identidade e alcançando, sozinha ou numa nova relação, a felicidade tão desejada. Um livro sincero e doce sobre um tema amargo.
Mariela Michelena é
psicanalista e membro da Associação Psicanalítica de Madrid (Associação
Psicanalítica Internacional). Desenvolveu a sua prática clínica em
Caracas, Houston e Lima. Atualmente exerce Psicologia em Madrid.
Publicou Un año para toda la vida (2002) e Saber y no saber. Curiosidade sexual infantil (2006). Em Portugal, com a chancela da Esfera dos Livros, editou Mulheres Mal-Amadas (2.ª edição) e À Noite Sonhei que Tinha Peito.
Esfera dos Livros - Segredos da Maçonaria Portuguesa (Apresentação)
A obra Segredos da Maçonaria Portuguesa de António José Vilela já se encontra em 2ª edição e, neste momento ocupa o primeiro lugar do TOP de vendas das livrarias FNAc e Bulhosa.
Quinta-feira
apresentamos este retrato surpreendente sobre a influência da Maçonaria
na sociedade portuguesa. Não perca esta oportunidade de conhecer mais
sobre as duas maiores correntes maçónicas portuguesas, o Grande Oriente
Lusitano e a Grande Loja Legal de Portugal/Grande Loja Regular de
Portugal.
Esfera dos Livros - Diana de Cadaval regressa à escrita com "Mafalda de Sabóia" (Novidade)
Mafalda de Saboia é uma história emocionante, num
período fundamental da nossa história, de uma rainha destinada a
garantir a continuidade da dinastia e a legitimidade do reino, que morre
sem revelar o segredo que poderia ter mudado a história do país para
sempre…
O Livro
Quando a sua amiga D. Teresa lhe
contou, entre lágrimas, o terrível segredo que guardava há anos no
peito, D. Mafalda de Saboia sabia que morreria sem nunca poder contar a
verdade sobre o seu marido Afonso Henriques. A legitimidade e
consolidação do reino de Portugal, perante a Santa Sé e o mundo, razões
pela qual fora escolhida para partilhar o destino com o primeiro rei
deste reino distante, dependia de si e do seu silêncio. Mafalda de
Mouriana, filha do conde Amadeu III de Saboia, chega a Portugal, em
1146, aos 20 anos para casar com Afonso I, que aos 37 anos, ganhara uma
áurea de conquistador, graças às duras batalhas que ia vencendo contra
os infiéis. Mafalda não encontrou em Portugal a felicidade desejada.
Procura na ajuda aos mais necessitados, o amor que não encontra nos
braços violentos de Afonso, com quem mantém uma relação distante e
conflituosa. Entre guerras e conquistas, o marido preferia cair nos
braços da amante Châmoa Gomes. De si, sua legítima esposa, procurava
apenas a garantia da continuidade da dinastia que iniciara. Tarefa que
Mafalda cumpriu com honra até à data da sua morte, em 1157. Foi mãe de
sete filhos e sentou no trono Sancho I. Portugal era agora um reino
independente reconhecido pela Santa Sé. Morreu sem nunca revelar o
segredo que poderia ter mudado a história do país para sempre…
A Autora
Diana, duquesa de Cadaval, nasceu
em Genebra, na Suíça, e vive atualmente em Portugal, entre o Estoril e
Évora. Formou-se em Comunicação Internacional na Universidade Americana
de Paris e trabalhou na leiloeira Christie's, em Londres. Tem a seu
cargo a atividade cultural do Palácio Cadaval, em Évora, o berço da
família ducal há mais de seis séculos. Com o marido, o príncipe
Charles-Philippe d'Orléans, duque d'Anjou, Diana de Cadaval tem
participado em missões humanitárias na Etiópia, Camboja, Sérvia e Egito.
Publicou com grande sucesso Eu, Maria Pia, em 4ª edição, e Maria
Francisca de Saboia, em 2.ª edição, com A Esfera dos Livros.
Esfera dos Livros - Psicanalista Mariela Michelena em Lisboa, 24 e 25 de Janeiro (Convite)
É POSSÍVEL ESQUECER-TE!!!
É assim que todos deveríamos pensar quando terminamos uma relação amorosa e continuamos presos a um passado de angústia.
É altura de procurar a nossa força interior e esquecer o passado, construir uma nova vida com todo o entusiasmo que ela merece.
A psicanalista Mariela Michelena vem a lisboa nos dias 24 e 25 de janeiro
explicar como podemos ultrapassar a dor de uma relação amorosa falhada,
reconstruindo a nossa identidade e alcançando sozinha, ou numa nova
relação, a felicidade.
Aproveite esta oportunidade para
falar com a autora sobre a importância de conseguir esquecer o passado e
seguir em frente! obrigada.
O Livro
Esquecer é possível! Mesmo quando
tudo parece negro e sem futuro. Mesmo quando o nosso coração está
partido em mil pedaços, graças a uma relação falhada, quando a rutura
nos leva a um beco sem saída, onde a esperança dá lugar à depressão, é
possível continuar a viver. Reinventarmo-nos. Abrir um novo leque de
possibilidades. É verdade que uma rutura sentimental pode parecer uma
catástrofe sem solução. O fim da linha. Não consigo esquecê-lo! Como
posso viver sem ele? Porque é que ele me deixou? Sinto um vazio que não
consigo explicar. Todos os dias penso nele. Não consigo estar sozinha…
Se é garantido – e não vale a pena mentir - que perdemos muita coisa com
o fim de um relacionamento, é certo que ganhamos muitas mais, quando
arriscamos virar a página…. Para isso é preciso entrar num processo com
diferentes fases pelas quais precisamos de passar uma a uma. Dos
sentimentos de negação, à raiva, ao medo de viver sozinha, ao ciúme do
outro, ao duelo com a nossa dor, à resistência para mudar…, chega um
momento em que estes dão lugar ao esquecimento, ao perdão, ao alívio, à
liberdade, a uma vida nova.
A Autora
Mariela Michelena é psicanalista e
membro da Associação Psicanalítica de Madrid (Associação Psicanalítica
Internacional). Desenvolveu a sua prática clínica em Caracas, Houston e
Lima. Atualmente exerce Psicologia em Madrid. Publicou Un año para toda
la vida (2002) e Saber y no saber. Curiosidade sexual infantil (2006).
Em Portugal, com a chancela da Esfera dos Livros, editou Mulheres
Mal-Amadas (2.ª edição).
Esfera dos Livros - Escândalos da Monarquia Portuguesa (Novidades)
Com quase 900 anos de existência,
Portugal detém um passado rico em História… E em muitas histórias.
Aqueles episódios caricatos, rocambolescos, novelescos, escandalosos que
não nos são contados nos bancos da escola, nem nos livros de História
tradicionais mais preocupados com a conjuntura, ciclos económicos ou os
grandes acontecimentos
Vejamos…D. Mécia tornou-se a
primeira rainha raptada da História de Portugal, também tivemos reis
enfeitiçados pelo amor como D. Pedro IV, o mesmo que batia na mulher D.
Leopoldina que terá morrido graças aos maus-tratos do marido, reis
bígamos, impotentes, demasiado castos ou homossexuais.
Milagres inventados à pressão, para
bem da nacionalidade. Confrontos familiares que deram em morte.
Assassínios descarados como o de D. Diogo, pelas mãos do seu cunhado, o
rei D. João II.
Atentados mal-sucedidos, como o que
foi vítima D. João IV, ou mortes misteriosas que criaram comoção na
corte da época, como a do marquês de Loulé. Escândalos financeiros, como
a criação da Patriarcal de Lisboa, que provocou um rombo nos cofres do
Estado. Construções megalómanas, de custo elevado para o erário público,
ou os gastos de rainhas em joias e roupa…
O autor, Ricardo Raimundo reside no Porto, mas nos dias 4 e 5 de Fevereiro estará em Lisboa para contar os episódios mais escandalosos da História de Portugal.
O Autor
Ricardo A. Varela Raimundo nasceu
em Lisboa, em 1981. Licenciado em História pela Faculdade de Letras de
Lisboa. Em 2006 tornou-se mestre em História Moderna pela Faculdade de
Letras de Lisboa. Desde 2007 é doutorando em História Moderna na
Faculdade de Letras de Lisboa, com bolsa de investigação da Fundação
para a Ciência e Tecnologia. Colabora no Centro de Estudos de História
Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. Tem realizado diversos
trabalhos sobre fontes inéditas depositadas no Instituto dos Arquivos
Nacionais / Torre do Tombo e publicados em algumas revistas da
especialidade. Colaborou no Dicionário Histórico das Ordens e
Instituições afins em Portugal, publicado em 2010. Tem participado em
diversos congressos, colóquios e encontros de História
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