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Eterno abraço



Desenterrado casal abraçado há mais de 6000 anos
Lembra um poema: arqueólogos italianos desenterraram um casal abraçado na cidade de Mantova, a norte do país. A descoberta é considerada «um caso extraordinário».

«Porém mais tarde, quando foi volvido/ Das sepulturas o gelado pó, / Dois esqueletos, um ao outro unido, /Foram achados num sepulcro só» são os últimos versos de «Noivado do Sepulcro», elegia ultra-romântica do poeta português Soares dos Passos. 
Contudo, esta fantasia oitocentista tornou-se realidade: na cidade de Mantova, os arqueólogos desenterraram dois esqueletos neolíticos, à primeira vista jovens, ternamente abraçados.
Elena Menotti, líder das escavações, considerou que a descoberta é um «caso fantástico». A arqueóloga afirmou ainda que as duas ossadas pertencem quase certamente um homem e uma mulher jovens devido à arcada dentária bem conservada. 
«Devo dizer que quando nós os descobrimos ficamos muito entusiasmados. Tenho este emprego há 25 anos. Fiz escavações em Pompeia, todos os sítios famosos», declarou Menotti à Reuters. «Mas eu nunca fiquei tão comovida assim, porque esta é a descoberta de algo especial».
Um laboratório tentará determinar a idade do casal à época da morte e há quanto tempo estão enterrados.
Fonte: dora.guennes@sol.pt e Reuters.

Estela Antropomórfica do Couquinho

Museu Nacional de Arqueologia



Estela antropomórfica
proveniência:
Quinta do Couquinho. Torre de Moncorvo. Bragança

cronologia
:
Neolítico final/Calcolítico

tipologia:
Estela em granito

dimensão
:
altura 31 cm largura 20,5 cm espessura 10,9 cm

categoria:
Calcolítico

nº de inventário:
18708

Estela em granito, de forma subrectangular, arredondada no topo superior. Apresenta uma figuração antropomórfica por incisão, representando a cabeça e pescoço: três grandes sulcos semicirculares, sugerindo um colar, marcam o limite inferior da cabeça. A boca, o nariz e as sobrancelhas são marcados por linhas rectas a formar um H invertido. Os olhos situados simetricamente entre o nariz, são representados por duas depressões profundas circulares.

Fonte: Museu Nacional de Arqueologia