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A Pousada da Jamaica

Daphne Du Maurier



















A Pousada da Jamaica é uma obra-prima do romance de mistério, que se passa na Cornualha no ano de 1820. 
Mary Yellan, uma jovem de vinte e três anos, vê-se obrigada, após a morte da mãe, a ir viver com uma tia num local ermo e isolado onde esta, juntamente com o marido, explora a Pousada da Jamaica. Mas Joss Marlyn, o marido da tia Patience, é um homem obscuro e violento, e uma atmosfera ameaçadora e sinistra envolve aquele lugar. 
Suspense, paixão e aventura numa obra reveladora da capacidade única de Du Maurier para captar o espírito perturbador, quase sobrenatural, dos locais que elege como cenário dos seus romances.


Críticas de imprensa
«Uma autora incomparável.»
Sunday Telegraph

«A Pousada da Jamaica é uma leitura excelente, difícil de interromper.»
The Times


Belos e Malditos

F. Scott Fitzgerald



















Belos e Malditos segue a vida do casal Anthony Patch e Gloria Gilbert durante aquela que ficou conhecida como «a idade do jazz». Juntos comem e bebem nos restaurantes e hotéis mais sofisticados de Nova Iorque, alugam os apartamentos mais caros e viajam em carros topo de gama. Mas, sob a atmosfera frenética, luxuosa e extravagante que os envolve, está um mundo efémero e frágil - e o amor e o casamento destes dois jovens «deuses» vai-se deteriorando lentamente até à catástrofe final. 
Publicado em 1922, Belos e Malditos é uma reflexão sobre o amor, o dinheiro e a decadência e um estudo social dos anos que antecederam a Grande Depressão. 


Criticas de Imprensa 

 «O primeiro grande romance do cronista da Idade do Jazz.»
The Times 

«Ninguém escreveu sobre a América como F. Scott Fitzgerald, num tom tão melancólico; e a sua consciência do tempo perdido e do passado irrecuperável comunicam à sua obra - e, na verdade, à sua vida - um fundo de luto permanente.» 
Guardian 

«Se Francis Scott Fitzgerald não tivesse existido, seria necessário inventá-lo. Raramente se encontra uma figura capaz de retratar e fazer a crónica de uma época com tanta mestria e verosimilhança.»
Sunday Times

O Big Sur e as Laranjas de Jerónimo Bosch

Henry Miller



















Depois de Trópico de Câncer, Trópico de Capricórnio e Dias Tranquilos em Clichy, a Editorial Presença publica um novo livro de Henry Miller, O Big Sur e as Laranjas de Jerónimo Bosch.
Após a sua aventura parisiense dos anos 30, Henry Miller regressa aos Estados Unidos no início dos anos 40, fixando-se no paradisíaco Big Sur, na costa da Califórnia. É aí que encontra o ambiente que lhe permite expandir plenamente a sua criatividade e escreve O Big Sur e as Laranjas de Jerónimo Bosch, uma obra que inclui um breve resumo do seu percurso biográfico; uma secção sobre a história, a geografia e a topologia daquela região; a narrativa nuclear sobre uma das regiões mais coloridas dos EUA, a sua própria vida quotidiana, as relações familiares, com amigos e vizinhos, e todo o tipo de pessoas que começava a atrair: escritores, artistas, gente sofisticada e vagabundos iluminados.

Críticas de Imprensa
«Miller arrasou de uma vez por todas as próprias bases da hipocrisia humana – morais, sociais a políticas.»
The Nation

O Coração é um Caçador Solitário

Carson McCullers



















No Sul profundo dos Estados Unidos, em plena década da Grande Depressão, num cenário desolado, de pobreza, intolerância e isolamento, John Singer, um mudo, torna-se de súbito confidente de um grupo de personagens desenquadradas da sociedade. Todos procuram à sua maneira preencher o vazio deixado pelos sonhos perdidos - e todos, por algum motivo, acham que Singer os compreende. Mas Singer, impassível na sua mudez, não tenta alcançar nada senão a atenção de um amigo que não manifesta mais que indiferença… 
Uma obra expressiva e poderosa que permanece actual na sua projecção de uma realidade intrínseca à condição humana.


Críticas de imprensa
«Um livro notável… A escrita de McCullers é apaixonante.»
The New York Times

«McCullers escreve com serenidade e realismo, com uma intuição e tolerância profundas sobre a psique humana.»
Boston Globe

A Viagem

Virginia Woolf



















A Viagem é o primeiro romance publicado por Virginia Woolf em 1915. 
Em grande medida o tema da obra tem algo de um moderno rito de passagem para a maioridade, reflexo da mudança de Woolf da limitadora vida doméstica num subúrbio de Londres para o ambiente estimulante do Grupo de Bloomsbury. 
A protagonista, Rachel Vinrace, parte para a América do Sul, numa viagem de autodescoberta e Woolf aproveita para satirizar os costumes eduardianos através dos comportamentos dos passageiros. Neste romance estão já presentes as características que mais tarde hão de florescer plenamente na obra da autora, uma das mais inovadoras do século XX.

O Grande Gatsby

F. Scott Fitzgerald



















Obra-prima de F. Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby (1925) tornou-se não só um clássico da literatura do século XX, como o retrato mais expressivo da «idade do jazz», em todo o seu esplendor e decadência. 
Jay Gatsby é o herói que personifica o materialismo obsessivo e o desencanto do pós-Primeira Guerra Mundial. Imensamente rico e desprovido de escrúpulos, Gatsby procura preencher o vazio que o domina tentando impressionar e conquistar Daisy Buchanan, por quem se apaixonara na sua juventude mas que entretanto casara com o milionário Tom Buchanan. No entanto, na sua busca de um amor e uma inocência perdidos, Gatsby encontra apenas o fim de um sonho. 

Chéri

Colette



Chéri, romance publicado em 1920, aborda o delicado tema da sedução amorosa entre uma bela cortesã a caminho da meia-idade e um adolescente mimado. 
Chéri, de uma cálida voluptuosidade, rompe com os cânones da época - ele com as suas infantilidades e pequenos amuos, é quem se deixa amar. Ela, uma mulher experiente, aceita com serenidade o prazer que ele lhe proporciona e não descura nenhum pormenor da sua educação amorosa. Até que a mãe de Chéri resolve, convenientemente, casá-lo. Colette consegue evocar esta intimidade e o seu contexto com palavras precisas, sensuais e poéticas, que não excluem o sarcasmo em relação a um certo meio social e a análise subtil da psicologia feminina.
A tradução de José Saramago restitui-nos todos cambiantes da escrita de Colette com magnífica pujança e nitidez. Colette (1873-1954) é considerada uma das mais notáveis escritoras e mulheres da primeira metade do século XX.

«Nunca seria capaz de escrever como Colette. Nunca li nada que igualasse as suas descrições. Era uma escritora muito sensual e muito à frente do seu tempo. (…) A cena final é por demais comovente; leva-me às lágrimas.»
Oprah Winfrey
 
«Um excelente tópico, exposto com inteligência, mestria e compreensão dos mais secretos desejos carnais.»
André Gide
 
«Colette humanizava tudo aquilo em que tocava. Vivia e advogava a sensualidade; e entregou-se aos prazeres sensuais com tal delicadeza de percepção, com tal elegância na dor e no êxtase físicos, que elevou a sensualidade a excelência.»
The Times
 
«Chéri é a obra-prima de Colette.»
The New Republic
 
«Dramático e comovente…»
The New York Times


Rebecca

Daphne Du Maurier




Escrito em 1938, Rebecca é uma obra de fôlego, diversas vezes adaptada ao cinema. Porém, só em 1941, numa versão de Alfred Hitchcock, o filme ganharia protagonismo, chegando mesmo a vencer dois Óscares estando nomeado para nove categorias.
Rebecca é um clássico onde os sentimentos adquirem um lugar de destaque. Sentimentos no feminino, já que se trata da história de duas mulheres que se envolvem com o mesmo homem, apenas com uma particularidade: Rebecca está morta. E é o fantasma, embora nunca visível, do seu passado que assombra a nova mulher, agora casada com o nobre britânico e apaixonado de Rebecca. A intriga é assombrosa e ao mesmo tempo envolvente deixando sempre a sensação de que Rebecca é omnipresente. E é com esta imagem antiga que a nova mulher do viúvo Maxim de Winter terá de enfrentar todos os que amavam Rebecca e que a encaram como alguém que veio para lhe roubar o lugar.
Rebecca é o romance que celebrizou Daphne du Maurier e que conheceu 28 reedições em quatro anos só na Grã-Bretanha.

«Esta narrativa arrepiante e plena de suspense continua tão apelativa e cativante como na altura da sua primeira publicação».
Daily Express