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Sextante Editora - "A Praia dos Afogados", Domingo Villar (Novidade)


Título: A Praia dos Afogados
Autor: Domingo Villar
Páginas: 424
PVP: € 17,70

Policial espanhol multipremiado
 
A Praia dos Afogados é o primeiro livro de Domingo Villar publicado em Portugal
 
 
 
 
 
 
Praia dos Afogados foi classificado como Livro do Ano pelo Grémio de Livreiros de Madrid e pela Federação de Livreiros da Galiza, recebeu e foi finalista de importantes galardões literários e tornou-se um sucesso de vendas em Espanha. Este livro, da autoria de Domingo Villar, vai estar disponível nas livrarias nacionais a partir do dia 4 de fevereiro, numa edição da Sextante Editora.
 
Herdeiro literário de Vásquez Montalbán e de Georges Simenon, Domingo Villar tem as suas obras traduzidas para 13 línguas e, em A praia dos afogados, apresenta-nos o seu inspetor Leo Caldas, um epicurista que consegue mergulhar nos mistérios do mundo fechado dos pescadores das rias baixas galegas.
Domingo Villar é um dos convidados da 14.ª edição do Correntes d’Escritas, que se realiza em fevereiro na Póvoa de Varzim. Posteriormente virá a Lisboa para contactos com a comunicação-social.


O LIVRO
Uma manhã, o cadáver de um marinheiro é arrastado pela maré até à beira-mar de uma praia galega. Se não tivesse as mãos amarradas, Justo Castelo seria outro dos filhos do mar a encontrar a sua sepultura entre as águas, durante a faina. Sem testemunhas nem rasto da embarcação do falecido, o inspetor Leo Caldas mergulha no ambiente marinheiro da povoação, tentando esclarecer o crime entre homens e mulheres renitentes em revelar as suas suspeitas, mas que, quando decidem falar, indicam uma direção demasiado insólita.

Primeiras Páginas: Aqui


O AUTOR
 
 Domingo Villar nasceu em Vigo, em 1971, e reside atualmente em Madrid, onde trabalha como guionista de cinema e televisão. Com o seu primeiro romance, Ojos de agua (2006), também protagonizado pelo inspetor Leo Caldas, obteve o I Prémio Sintagma, o Prémio Brigada 21 e o Prémio Frei Martín Sarmiento, e foi finalista em duas categorias dos Crime Thriller Awards no Reino Unido. A praia dos afogados recebeu o Prémio Antón Losada Diéguez, foi finalista do Prémio Novelpol e do Prémio Livro do Ano do Grémio de Livreiros de Madrid, e foi considerado Livro do Ano pela Federação de Livreiros da Galiza. As suas obras foram traduzidas para treze línguas.


IMPRENSA
A praia dos afogados confirma Domingo Villar como um excelente escritor. O enredo é tão aliciante como as descrições da vida e da faina marítima.
El País

É um romance profundo e humano.
El Mundo

Um excelente policial em que sobressaem um travo de poesia amarga e o silêncio tão contagiosamente humano das suas personagens.
Qué Leer

Retrato certeiro de um ambiente pequeno e brumoso, de gente pacata conjurada pela violência, e com um enredo muito inteligente.
La Vanguardia

Sextante Editora - No Palco da Memória (Novidade)

 
Título: No palco da memória
Autor: Carmen Dolores
Páginas: 272
PVP: € 16,60
 

A vida de Carmen Dolores
 
No palco da memória é a autobiografia de uma das maiores atrizes portuguesas de sempre
 
 
 
 
 
Carmen Dolores é uma das mais prestigiadas atrizes da História do teatro e do cinema em Portugal. No dia 4 de fevereiro, verá publicada a sua autobiografia, No palco da memória, na Sextante Editora.
As estreias, as interpretações no teatro, cinema e televisão e as amizades com atores e escritores conhecidos do grande público, são alguns dos temas-chave deste livro, ricamente ilustrado com fotografias do arquivo pessoal da autora.
Carmen Dolores é uma das convidadas da 14.ª edição do Correntes d’Escritas, que se realiza em fevereiro na Póvoa de Varzim.


O LIVRO
«Nunca pensei escrever um segundo livro de memórias, embora o primeiro tivesse como título Retrato inacabado. No entanto, o tempo foi passando e comecei a anotar numa espécie de diário o que me ia acontecendo, o que ia observando, o que me despertava mais interesse… e assim surgiu este No palco da memória, para que fique um registo daquela que ainda sou, uma referência aos trabalhos em que fui participando, e até um recordar do que se escreveu a meu respeito.»
Eis uma voz única, a de Carmen Dolores, que nos entrega aqui, desta vez por escrito, um testemunho absolutamente precioso de uma longa vida em que o Teatro desempenhou um papel decisivo.
 
Primeiras páginas: Aqui


A AUTORA
 
Carmen Dolores é uma atriz portuguesa nascida a 8 de agosto de 1924, em Lisboa, de seu nome completo Carmen Dolores Cohen Sarmento Veres. Aos 14 anos, estreou-se na rádio, onde manteve depois uma intensa atividade, nomeadamente em programas de divulgação de poesia. Apareceu pela primeira vez no cinema no filme Amor de perdição (1943), realizado por António Lopes Ribeiro, desempenhando o papel de Teresa. A sua aparição nos palcos aconteceu em 1945, na peça Electra, de Jean Giraudoux, na Companhia dos Comediantes de Lisboa. Transitou depois para o Teatro Nacional, onde permaneceu durante oito anos, tendo passado pelo Teatro de Sempre e pelo Teatro Nacional Popular. No início dos anos 60, fundou, com Armando Cortez, Fernando Gusmão e Rogério Paulo, o Teatro Moderno de Lisboa. Em televisão participou em várias peças de teatro. A 15 de maio de 2005 atuou pela última vez na peça Copenhaga, em Lisboa, dirigida por João Lourenço, peça que marca o seu afastamento dos palcos e da televisão após 60 anos de carreira. Foi então condecorada pelo Presidente da República Jorge Sampaio com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

Sextante - António Mega Ferreira e as "Cartas de Casanova" (Novidade)


Título: Cartas de Casanova – Lisboa 1757
Autor: António Mega Ferreira
Páginas: 208
PVP: € 16,60


António Mega Ferreira e as Cartas de Casanova

Novo livro do escritor dá voz ao aventureiro italiano aquando da sua passagem por Lisboa depois do Grande Terramoto





Giacomo Casanova é uma das grandes figuras europeias do século XVIII e a sua vida sempre fascinou António Mega Ferreira, que, no seu novo romance, o imagina a desembarcar em Lisboa após o terramoto de 1755. É esse o ponto de partida para Cartas de Casanova, que é publicado pela Sextante Editora no dia 28 de janeiro.
Recorrendo a uma ampla pesquisa e bibliografia, Mega Ferreira faz uma brilhante reconstituição histórica do país depois do Grande Terramoto, descrevendo os edifícios e praças lisboetas – ou as suas ruínas –, e os costumes, gestos e quotidiano dos personagens, muitos deles reais, que se cruzam na narrativa. Todas estas imagens são-nos apresentadas em seis cartas que Casanova teria escrito a partir de Lisboa, cidade onde proporá a criação de uma lotaria, como forma de prover ao exaurido Tesouro real, e onde terá oportunidade de se divertir, criar amizades e de se envolver em algumas aventuras amorosas.
A edição de Cartas de Casanova vem ilustrada com imagens selecionadas pelo autor.
António Mega Ferreira é um dos convidados da 14.ª edição do Correntes d’Escritas, que se realiza em fevereiro na Póvoa de Varzim.

O LIVRO
No verão de 1757, o aventureiro Giacomo Casanova, que se evadira pouco antes da prisão dos Piombi, em Veneza, desembarca em Lisboa. O espetáculo das ruínas provocadas pelo terramoto ultrapassa tudo aquilo que ele podia imaginar. Durante seis semanas, Casanova faz os possíveis por entender os portugueses: como é possível que a vida dos habitantes da cidade se tenha acomodado a uma tal desorganização? Conhece o comerciante Ratton e o conde de S. Lourenço, o livreiro Reycend e o marquês de Alegrete, o poeta Correia Garção e a condessa de Pombeiro. E até se encontra com o misterioso marquês de X. Chega finalmente à fala com Sebastião José de Carvalho e Melo, ainda não Oeiras, ainda não Pombal, a quem tenta vender o projeto de uma lotaria real. Exaspera-se e diverte-se, seduz e perde ao jogo, e encontra tempo para escrever seis cartas a cinco personagens importantes da sua vida. «Rien ne pourra faire que je ne me sois amusé» é a divisa que o guia. Mesmo em Lisboa.
Mesmo depois do Grande Terramoto.

Primeiras páginas: aqui


O AUTOR

António Mega Ferreira escritor, gestor e jornalista, nasceu em Lisboa, em 1949. Foi jornalista no Expresso, RTP2, O Jornal e JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias. Fundou as revistas Ler e Oceanos. Chefiou a candidatura de Lisboa à Expo’98 e foi comissário executivo da exposição mundial. Foi presidente da Parque Expo, do Oceanário de Lisboa e da Atlântico, Pavilhão Multiusos. De 2006 a 2012, foi presidente da Fundação Centro Cultural de Belém. Tem cerca de três dezenas de títulos publicados, entre ficção, poesia, ensaio e crónica. Em 2002, recebeu o Grande Prémio Camilo Castelo Branco pela recolha de contos A expressão dos afectos. Traduziu livros de Annie Kriegel, Mishima, Cendrars, Stendhal, Unamuno e Perec. Na Sextante Editora publicou A blusa romena, Lisboa Song, Roma – Exercícios de reconhecimento e, mais recentemente, Macedo – Uma biografia da infâmia.

Sextante - O ano em que Pigafetta completou a circum-navegação (Novidade)


Título: O ano em que Pigafetta completou a circum-navegação
Autor: Luís Cardoso
Páginas: 256
PVP: € 15,50


Uma das grandes vozes de Timor-Leste
 
 
 
 
 
 
 
 
A Sextante Editora inicia o ano com uma forte aposta na literatura lusófona contemporânea: O ano em que Pigafetta completou a circum-navegação, do timorense Luís Cardoso, chega às livrarias a 14 de janeiro.
 
Luís Cardoso é uma das principais vozes da cultura timorense atual e este livro vem comprová-lo. Enquanto nos guia numa viagem por diversas regiões de Timor-Leste, o autor narra momentos determinantes da História do seu país e presta a devida homenagem aos que lutaram e ajudaram a construí-lo.
Os romances de Luís Cardoso estão traduzidos para diversas línguas nomeadamente inglês, francês, italiano, holandês, alemão e sueco. O seu primeiro livro, com o título original The Crossing, foi inicialmente publicado em Inglaterra pela prestigiada Granta Books.


O LIVRO
É este um romance luminoso, em que a história contemporânea de Timor-Leste se transforma e resplandece no transbordante prazer de contar histórias. Histórias todas elas pontuadas por movimentos de navios: o Arbiru, que desapareceu um belo dia, o Lusitânia Expresso, que nunca pôde trazer o auxílio português, e a nau Vitória, que aportou em Timor e na qual viajava António Pigafetta, o cronista da primeira viagem de circum-navegação. E todas elas são contadas e reinventadas pela voz da narradora, a sandália esquerda da Carolina, filha de um empresário e integracionista confesso. O romance inclui generosamente todos os que participaram na construção do país: os que ficaram e os que partiram, os que lutaram e os que colaboraram; as mulheres que perderam os maridos e tiveram de pedir «proteção» aos agentes dos invasores, em suma, todos os timorenses, sem censurar uns e outros, e com um enorme sentido de humor e uma profunda humanidade em que todos têm direito ao seu lugar.
 
Primeiras páginas: aqui
 
 
O AUTOR
 
Luís Cardoso nasceu em Kailako, uma vila no interior de Timor que aparece por diversas vezes referenciada nos seus romances. É filho de um enfermeiro que prestou serviço em várias localidades de Timor, razão pela qual conhece e fala diversos idiomas timorenses. Estudou nos colégios missionários de Soibada e de Fuiloro e, posteriormente, no seminário dos jesuítas em Dare e no Liceu Dr. Francisco Machado em Díli. Licenciou-se em Silvicultura no Instituto Superior de Agronomia de Lisboa. Desempenhou as funções de Representante do Conselho Nacional da Resistência Maubere em Portugal. É autor de outros quatro romances: Crónica de Uma Travessia (1997), Olhos de Coruja Olhos de Gato Bravo (2002), A Última Morte do Coronel Santiago (2003), Requiem para o Navegador Solitário (2007).

Sextante - Limonov (Novidade)


Título: Limonov
Autor: Emmanuel Carrère
Tradutor: Manuela Torres
Páginas: 384
PVP: € 17,70


O mais fervoroso ativista russo da atualidade

 

Limonov, de Emmanuel Carrère, é o romance biográfico vencedor do Prémio Renaudot 2011




 Para uns, Limonov é um herói, outros consideram-no um perigoso bandido, mas é certamente um dos mais importantes ativistas russos da atualidade. Emmanuel Carrère, fascinado pela vida deste escritor marginal nascido em 1943, é o autor do romance biográfico Limonov, vencedor do Prémio Renaudot 2011, que a Sextante Editora publica a 22 de novembro.

Eduard Limonov é o porta-voz do nacionalismo mais radical da Rússia e opositor de Vladimir Putin, viveu exilado nos EUA e em França até à queda do muro de Berlim, altura em que a sua carreira e ideologia políticas começam a ganhar destaque. Mais do que relatar e refletir sobre as aventuras de Limonov, o cineasta e escritor Emmanuèl Carrère faz ainda um retrato do que foram os últimos 50 anos da Rússia e da Europa.

 
O Livro

«Limonov não é uma personagem de ficção. Ele existe. Eu conheço-o. Foi um marginal na Ucrânia; ídolo do underground soviético na era Brejnev; sem-abrigo e depois criado de quarto de um milionário em Manhattan; escritor de vanguarda em Paris; soldado perdido na guerra dos Balcãs; e hoje, no imenso bordel do pós-comunismo na Rússia, velho chefe carismático de um partido de jovens em fúria. Vê-se a si próprio como um herói, mas podemos considerá-lo um estafermo: por mim, deixo o julgamento em suspenso. É uma vida perigosa, ambígua: um verdadeiro romance de aventuras. É também, creio, uma vida que conta qualquer coisa.
Não apenas sobre ele, Limonov, não apenas sobre a Rússia, mas sobre a história de todos nós depois do fim da Segunda Guerra Mundial.» Emmanuel Carrère.

Índice: aqui

Primeiras páginas: aqui


O Autor
Nascido em Paris em 1957, Emmanuel Carrère é um prestigiado escritor, guionista e realizador de cinema. Autor de vários romances, entre eles o elogiado e galardoado D’autres vies que la mienne (2009), Prémio dos leitores de L’Express, Prémio Crésus e Prémio Marie Claire. Limonov (2011) foi finalista do Prémio Goncourt e ganhou o Prémio Renaudot.

 
Imprensa

Limonov é bem mais que um retrato de um homem inimaginável: é uma história da Rússia dos últimos cinquenta anos. Páginas de antologia sobre o underground intelectual dos anos Brejnev, sobre a vida dos exilados russos em Nova Iorque, sobre o misto de anarquia predadora, de autoritarismo cínico e de resignação que reinam em Moscovo desde há muito.
Bernard Pivot, Le Journal du Dimanche

Limonov é um livro inclassificável, que nos deixa perplexos. E é perturbador. Como devemos considerá-lo? Como um relato? Como um retrato? «Limonov não é uma personagem de ficção», previne Emmanuel Carrère, «ele existe, eu conheço-o.» Entre as mil e uma maneiras de existir, há uma que consiste em escrever histórias. E uma outra, não menos duradoura, que consiste em ser o herói de uma delas.
Yasmina Reza, Le Monde des livres

Há em Limonov uma procura constante de intensidade que habita ao mesmo tempo a personagem e quem escreve. Apesar da riqueza do seu tema, o que faz com que não consigamos abandonar este livro, uma vez começado, é a sua escrita, sem floreados, poderosa, firme, clara e bela.
Éléonore Sulser, Le Temps

Para destino excecional, livro excecional. Quebrando, com uma paciência psicopática, os clichés mediáticos que Limonov e o seu país suscitam em França, Carrère encanta-nos, diverte-nos, convence-nos, perturba-nos e conta-nos, como se nada fosse, os quarenta últimos anos do mundo. O de Eduard, o Terrível. Mas também o seu. E o nosso.
J.-C. Buisson, Le Figaro Magazine

Sextante Editora - A lebre de olhos de âmbar – Uma herança escondida (Novidade)


Título: A lebre de olhos de âmbar – Uma herança escondida
Autor: Edmund de Waal
Páginas: 328
PVP: € 16,60


Uma estreia e uma revelação

A lebre de olhos de âmbar, de Edmund de Waal, é uma obra-prima da biografia







Receber uma coleção de 264 netsuke, pequenas mas valiosas peças japonesas, marcou o início da aventura de Edmund de Waal, relatada em A lebre de olhos de âmbar – Uma herança escondida, um livro que a Sextante Editora publica a 11 de outubro.
Vencedor do Prémio de Biografia Costa Book Award 2010, Prémio Ondaatje Award 2011 e considerado Livro do Ano pelo Economist, A lebre de olhos de âmbar foi aclamado por escritores como A.S. Byatt, Colm Tóibín e Julian Barnes, e, mais recentemente, recomendado por José Rentes de Carvalho e Yvette Centeno.


O LIVRO
264 pequenas esculturas de madeira e marfim, nenhuma maior que uma caixa de fósforos: o oleiro Edmund de Waal cruza-se com elas quando conhece a coleção em Tóquio, em casa do seu tio-avô Iggie. Mais tarde, quando Edmund herda os netsuke, eles deixam- lhe ver uma história muito maior do que a que ele poderia ter imaginado…
Os Ephrussi vieram de Odessa, e a certa altura eram os maiores exportadores de cereais do mundo; em 1870, Charles Ephrussi fazia parte de uma rica nova geração que se instalava em Paris. O poeta Jules Laforgue foi seu secretário e Marcel Proust inspirou-se nele como modelo do esteta Swann de Em busca do tempo perdido. A paixão de Charles era o colecionismo, e os netsuke, comprados quando os objetos japoneses faziam furor nos salões parisienses, foram enviados como presente de casamento ao seu primo banqueiro em Viena.
Mais tarde, três crianças – entre elas o jovem Ignace – brincaram com a coleção num momento em que a História lhes caía em cima. O Anschluss e a Segunda Guerra Mundial arrastaram os Ephrussi para o reino do esquecimento. O que restou do seu vasto império foi quase só a coleção de netsuke, subtraídos do gigantesco palácio vienense (na
altura ocupado pelos teóricos hitlerianos da questão judaica), um a um, no bolso de uma fiel criada, e escondidos depois no seu colchão de palha.
Neste extraordinário livro de memórias, Edmund de Waal viaja pelo mundo para olhar os magníficos edifícios que os seus antepassados habitaram. E traça o percurso de uma família notável sobre o pano de fundo de um século tumultuoso. E, numa escrita tão elegante e precisa como os próprios netsuke, conta-nos a história de uma coleção única que passou de mão em mão e que, num golpe do destino, encontrou o seu caminho de volta ao Japão.

Primeiras páginas: AQUI


O AUTOR




Edmund de Waal nasceu em 1964, em Nottingham, Inglaterra. É um prestigiado oleiro inglês, professor de Cerâmica na Universidade de Westminster. Quando herdou uma coleção de 264 pequenas esculturas japonesas, em madeira e marfim, chamadas netsuke, decidiu escrever a extraordinária história da família que as colecionou e de como elas atravessaram os séculos. O resultado foi este livro, A lebre de olhos de âmbar, um sucesso mundial classificado como Livro do Ano pelo Economist e vencedor dos prémios Costa Book Award 2010 (biografia), Galaxy National Book Award 2010 (estreia literária) e Ondaatje Book Award 2011.



IMPRENSA
 
O livro mais maravilhoso que li este ano.
Tracy Chevalier, Daily Telegraph

Inesperadamente e com brilhante resultado, combina uma microforma de arte com a macro-história.
Julian Barnes, Guardian Review

Elegante. Sóbrio. Trágico. Homérico.
Stephen Frears, Saturday Guardian Review

Quer a história que revela quer os objetos que descreve são fascinantes e surpreendentes.
A. S. Byatt, Financial Times Life and Arts

Uma requintada pesquisa em busca de uma família e de um tempo perdidos. A partir do momento em que abrimos o livro entramos na velha Europa, integralmente recriada.
Colm Tóibín, The Irish Times

Tal como os netsuke, este livro é impossível de abandonar. Na vossa mão está uma obra de arte.
Frances Wilson, Sunday Times

A sensibilidade artística e empatia histórica de Edmund de Waal são tão cheias de vida como as suas peças de cerâmica.
Walter Kaiser, New York Review of Books
 

Sextante Editora - Duas novidades de Rubem Fonseca


Trata-se de dois livros muito aguardados: José e Axilas & outras histórias indecorosas, de Rubem Fonseca, são duas novidades da Sextante Editora que vão ser publicadas a 4 de outubro.
José é uma autobiografia do prestigiado autor brasileiro, uma memória da sua infância e juventude, onde perpassa o entusiasmo e a paixão pelos livros, o fascínio pelas mulheres e a sua ascendência portuguesa.
Axilas & outras histórias indecorosas é um livro de contos negros, permeados por um humor ácido e um forte erotismo, personagens obsessivas e impiedosas para consigo mesmas e, sobretudo, para com quem as rodeia.


Título: José
Autor: Rubem Fonseca
Páginas: 112
PVP: € 13,30

 











Sinopse
Ao falar de sua infância José tem que recorrer à sua memória e sabe que ela o trai, pois muita coisa está sendo relembrada de maneira inexata, ou foi esquecida. Mas ele gostaria de concluir, ao fim dessas lembranças tumultuadas, que a memória pode ser uma aliada da vida. Sabe que todo relato autobiográfico é um amontoado de mentiras – o autor mente para o leitor, e mente para si mesmo. Mas aqui, se alguma coisa foi esquecida, ele se esforçou para que nada fosse inventado. José cita Proust: «a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram.»




Título: Axilas & outras histórias indecorosas
Autor: Rubem Fonseca
Páginas: 144
PVP: € 13,30

 











Sinopse
 «Eu ainda não sabia o seu nome, que depois descobri ser Maria Pia. Ela já estava sentada quando vi os seus braços, braços finos, que para o meu bisavô não causariam o menor interesse, ele provavelmente os acharia feios. Além do mais, Maria Pia usava uma manga cavada e os braços estavam totalmente desnudos. Meu bisavô gostaria que ela usasse mangas curtas meio palmo abaixo do ombro e que seus braços fossem cheios, do jeito que Machado de Assis descreve no conto “Uns braços”. Maria Pia era fina, toda ela, eu sabia, desde o início, vendo-lhe apenas os braços. E quando ela deu-lhes movimento, pude ver parte da sua axila.»


O AUTOR
 
Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», Rubem Fonseca só precisou de publicar dois ou três livros para ser consagrado como um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos.
Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu cinco vezes o Prémio Jabuti. Com várias das suas histórias adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão, Rubem Fonseca já publicou treze coletâneas de contos e onze romances.

Sextante Editora - O anjo Esmeralda (Novidade)



Título: O anjo Esmeralda
Autor:
Don DeLillo
Tradutor: Paulo Faria
Págs.: 232
PVP: € 18,80



 Novo livro de Don DeLillo
O anjo Esmeralda
é a primeira coletânea de contos do escritor americano.






Don DeLillo é um dos mais importantes escritores americanos e, na sua obra, são os romances que têm tido maior destaque. Agora, é na arte do conto que vai surpreender: O anjo Esmeralda, que a Sextante Editora publica a 27 de setembro, é o seu livro mais recente e a sua única coletânea de contos.
Elogiado por escritores como Martin Amis e Jonathan Franzen, O anjo Esmeralda reúne nove contos de Don DeLillo escritos entre 1979 e 2011, que oferecem uma visão panorâmica e, por vezes, premonitória, das últimas décadas da América e dos americanos, das suas vidas e rotinas, classes sociais, hábitos e peculiaridades.

 
 O LIVRO
De um dos maiores escritores do nosso tempo, a sua primeira coletânea de contos, escritos entre os anos 1979 e 2011, histórias de três décadas da vida norte-americana. Situadas na Grécia, nas Caraíbas, em Manhattan, numa prisão para criminosos de colarinho branco ou no espaço sideral, estas nove histórias são uma inolvidável introdução à voz icónica de Don DeLillo, desde os ricos e marcados ritmos jazzísticos dos seus primeiros escritos até à linguagem frugal, depurada e monástica das suas histórias mais recentes. Freiras, astronautas, atletas, terroristas e viajantes, as personagens d’O anjo Esmeralda entram de moto próprio no mundo e definem-no. Estas nove histórias descrevem a extraordinária viagem de um grande escritor cuja premonição dos acontecimentos do mundo marcou a nossa paisagem literária.

Primeiras páginas: aqui


O AUTOR
Don DeLillo nasceu em 1936, em Nova Iorque. 
É autor de vários romances e peças de teatro. 
Foi galardoado com o National Book Award, o PEN/Faulkner Award e o Jerusalem Prize.  
Submundo foi finalista dos prémios Pulitzer e do National Book Award; em 2006, foi considerado um dos três melhores romances dos últimos vinte e cinco anos pela New York Times Book Review.
 



IMPRENSA 
Os deuses equiparam DeLillo com as antenas de um visionário… Adorei O anjo Esmeralda.
Martin Amis

DeLillo penetra mais profundamente no mistério da nossa mortalidade do que julgaríamos possível um escritor conseguir.
Jonathan Franzen

DeLillo é desde há muito o nosso mais premonitório escritor, o homem cuja imaginação se comporta como uma bola de cristal.

Vince Passaro, The Oprah Magazine

DeLillo retrata uma América na servidão da celebridade, da tecnologia e dos mass media… Dá-nos um sentido visceral de como as vidas privadas e os acontecimentos públicos, o pessoal e o coletivo podem convergir comforça explosiva.
The New York Times

DeLillo tem a misteriosa arte de criar frases que traduzem o sentir e o ritmo da vida americana, e um sentido de humor devastador que vem ao de cima nos momentos mais surpreendentes.
Newsweek