Electric Président
Por Favor Não Matem A Cotovia
Harper Lee
Esta é uma obra maior que marcou a literatura norte-americana e deu um novo impulso ao movimento de reivindicação de direitos sociais no Sul dos Estados Unidos.
Obra pungente onde são tratados temas como a coragem, a injustiça racial, a perda da inocência, a tragédia e o crescimento, é ainda um monumento de integridade que serve de exemplo, em muitos países de língua inglesa, para o ensino de valores humanos, bem como de construção literária.
Esta reedição surge no âmbito das comemorações do 50º aniversário da primeira edição (1960-2010).
Escrita em 1960 e vencedora de um Prémio Pulitzer, esta obra parte de factos biográficos da autora, recentrando assim um historial de violência e segregação, através doa olhos de uma menina de seis anos que assiste a uma injusta condenação, baseada em preconceitos e julgamentos sustentados pelo racismo.
Através do olhar curioso e rebelde de uma criança, a autora descreve-nos o dia-a-dia de uma comunidade conservadora, onde o preconceito e o racismo caracterizam as relações humanas, revelando ao mesmo tempo o processo de crescimento, aprendizagem e descoberta do mundo típico da infância.
Harper Lee viveu sempre uma vida completamente afastada dos círculos mediáticos e é junto com J.D. Salinger, uma das mais famosas reclusas literárias, morando ainda hoje na casa onde passou a sua infância, em Monroeville, no estado sulista do Alabama. Raríssimas foram as vezes em que concedeu uma entrevista, mas agora o silêncio foi quebrado ao Mail on Sunday.
POR FAVOR NÃO MATEM A COTOVIA, eleito recentemente pelos principais livreiros norte-americanos como «O Melhor Romance do Século XX» e que se tornou numa obra-prima da literatura americana, acaba de ser reeditado pela DIFEL.
Permanentemente actual, este é um daqueles livros que, passe o chavão, deve ler-se antes de morrer.
«Sem dúvida um verdadeiro fenómeno literário, este romance sulista não apresenta a mais pequena mácula nas suas delicadas folhas de magnólia. Divertido, alegre e escrito com uma precisão cirúrgica.»
Vogue
Vogue
«O estilo de Harper Lee revela-nos uma prosa enérgica e vigorosa capaz de traduzir com minúcia o modo de vida e o falar sulistas, bem como uma imensa panóplia de verdades úteis sobre a infância no sul dos EUA.»
Time
Time
a Dália Negra
James Ellroy
Foi em 1987, com este romance, que James Ellroy se consagrou como um novo grande nome da literatura «negra». O livro ficciona um crime realmente ocorrido na Cidade dos Anjos, durante o pós-guerra nos finais dos anos 40. A imprensa referiu-se-lhe como o caso da «Dália Negra», pelo facto de a vítima, Elizabeth Short, uma jovem aspirante a actriz, enfeitar os cabelos com uma dália dessa cor. O seu corpo apareceu num terreno vago, horrivelmente mutilado e com sinais de ter sido torturado. Contudo, o caso nunca viria a ser deslindado e tornar-se-ia uma verdadeira lenda urbana. James Ellroy ressuscita-o, no contexto de uma Hollywood minada pela violência e pela corrupção, sobre um fundo nostálgico de música jazz.
Entrevistas dadas pelo autor:
O assassínio da mãe, quando James Ellroy tinha apenas dez anos, empurrou-o para a marginalidade. Superou o trauma ao contar não só a história da mãe, mas também a da Dália Nagra, assassinada 11 anos depois em circunstâncias idênticas.
Entrevistas dadas pelo autor:
O assassínio da mãe, quando James Ellroy tinha apenas dez anos, empurrou-o para a marginalidade. Superou o trauma ao contar não só a história da mãe, mas também a da Dália Nagra, assassinada 11 anos depois em circunstâncias idênticas.
"A Dália Negra lembra um combate de boxe, de tal forma é visual, frenético, desconcertante e rude. Os dois polícias (o bom e o mau) são antigos pugilistas e fazem uma espécie de dança no ringue, evitando golpes, obcecados pelo crime da Dália e pelos próprios erros. Ellroy usa uma linguagem realista, com um ritmo marcado por frases curtas e vocabulário cirúrgico. Enfim, este é um romance sobre o lado sombrio de Los Angeles, da fronteira mexicana, de Hollywood [...] O autor desce aos abismos da sua ferida pessoal e essa poderosa verdade percorre cada página."
Luís Naves, Diário de Notícias
Luís Naves, Diário de Notícias
«Construída como uma sinfonia, esta é uma história de ambição, insanidade e paixão, perfeitamente enquadrada no cenário de pós-guerra americano.»
Publishers Weekly
Publishers Weekly
«Um caleidoscópio de paixão humana e obsessão negra.»
Library Journal
Library Journal
«Já eleita como uma obra-prima, a Dália Negra confirma James Ellroy como o mais poderoso escritor de ficção noir.»
Mysterious Press
Mysterious Press
Resistência
Owen Sheers

1944. Após a queda da Rússia e os desembarques falhados do Dia D, um contra-ataque realizado por parte dos alemães permite-lhes pisar solo britânico. No espaço de um mês , metade da Grã-Bretanha encontra-se ocupada. Sarah Lewis, uma jovem de vinte e seis anos, mulher de um agricultor, acorda e dá-se conta que o seu marido Tom desapareceu. Não é a única, já que todas as mulheres no isolado vale de Olchon, próximo dos limites fronteiriços do País de Gales, ao acordarem verificam que também os seus maridos partiram. Em resultado desta súbita e inexplicável ausência, estas reorganizam-se como uma comunidade inteiramente feminina e aguardam, na esperança de receber notícias.
Uma patrulha alemã chega ao vale, mas o objectivo da sua missão permanece um mistério. Quando um Inverno rigoroso obriga os dois grupos a cooperar começa a desenvolver-se uma frágil dependência mútua. Sarah trava hesitantemente conhecimento com Albrecht Wolfram, o oficial que comenda a patrulha. Contudo, a iminente ameaça da guerra a pressioná-los, durante quanto tempo poderá sobreviver o delicado estado de harmonia que reina naquele vale?
Imbuído de uma imensa amplitude de imaginação e confiança, o romance de estreia de Owen Sheers vai-se desenrolando com um ritmo e intensidade próprios de um thriller. Um hino às gloriosas paisagens dos territórios fronteiriços e um cativante retrato de uma comunidade sitiada, Resistência constitui um primeiro romance com um considerável encanto e vigor.
«Um contador de histórias com coragem literária e uma inteligente perspicácia.»
The Independent
«Este poderoso primeiro romance de Owen Sheers relata brilhantemente as possibilidades de uma solução alternativa para a Segunda Guerra Mundial. É, antes de mais, um hino à poesia.»
The Telegraph
The Independent
«Este poderoso primeiro romance de Owen Sheers relata brilhantemente as possibilidades de uma solução alternativa para a Segunda Guerra Mundial. É, antes de mais, um hino à poesia.»
The Telegraph
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