Mostrar mensagens com a etiqueta Bertrand. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bertrand. Mostrar todas as mensagens

Manuela Gonzaga dá palestra na Bulhosa sobre a Imperatriz Isabel de Portugal


Título: Imperatriz Isabel de Portugal
Autor: Manuela Gonzaga
Editora: Bertrand
Páginas: 568
PVP: 18,80 euros

 Uma biografia “sublime” sobre uma das mais importantes figuras da história peninsular e europeia

Manuela Gonzaga dá palestra na Bulhosa sobre a Imperatriz Isabel de Portugal
 



A escritora Manuela Gonzaga vai estar na livraria Bulhosa, esta quarta-feira, 28 de novembro, às 18h00, para dar uma palestra sobre a Imperatriz Isabel de Portugal, na sequência da publicação do seu mais recente romance com a chancela da Bertrand, Imperatriz Isabel de Portugal. A sessão visa dar a conhecer esta figura incontornável da história peninsular, considerada pelos cronistas “a mais bela do seu tempo”.

Manuela Gonzaga resgata, na biografia Imperatriz Isabel de Portugal, a memória daquela que foi a filha predileta de D. Manuel I, o Venturoso, esposa de Carlos V, rei de Espanha e imperador do Sacro Império Romano Germânico, mãe de Filipe I (de Espanha) II (de Portugal), avó de D. Sebastião, Isabel de Portugal, compondo assim um “retrato sublime de uma das mulheres mais importantes da história peninsular e da história europeia da primeira metade do século XVI”, segundo as palavras do historiador e escritor João Paulo Oliveira e Costa.

 
Sinopse
 Em 1526, Isabel de Portugal, considerada a mais bela mulher do seu tempo, foi para Castela ao encontro do marido, Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. Em Sevilha quando se encontraram, foi paixão à primeira vista… um amor que durou a vida toda dos dois. Filha de D. Manuel I, o Venturoso, rainha e imperatriz pelo casamento, Isabel foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido, a quem escrevia incansavelmente. Inteligente, sensível, apaixonada, mas de saúde frágil, desempenhou os vários papéis da sua vida - mulher, mãe e soberana - de forma exemplar. A morte, que a colheu ainda jovem, aos 36 de idade, precipitou Isabel de Portugal no esquecimento geral durante séculos. Apenas a lenda guardou o seu registo. E a arte. Um dos seus retratos - verdadeira obra-prima de Ticiano - é das raras referências que todos, ou quase todos, conhecem.


A Autora


Escritora autora de mais de uma dezena de livros – e mestre em História dos Descobrimentos e Expansão Portuguesa (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) –, Manuela Gonzaga é investigadora associada ao CHAM (Centro História Além-mar, Universidade Nova de Lisboa). Concebeu e tem vindo a coordenar Oficinas de Escrita, a próxima das quais em colaboração com a Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (http://www.guilhermecossoul.pt)
 
Natural do Porto viveu em África – Angola e Moçambique –, uma parte da adolescência e da juventude. Durante cerca de 30 anos exerceu o ofício de jornalista. Coordenou e dirigiu algumas publicações. Entre outras, foi chefe de redação da revista Marie Claire, edição portuguesa, e diretora da revista Pais. Tem quatro filhos, uma neta e um neto, e desde o ano 2000 dedica-se à escrita e à investigação a tempo inteiro.


Manuela Gonzaga vai à Bulhosa dar uma palestra sobre a Imperatriz Isabel de Portugal | quarta-feira | 28 de novembro | 18h00 | Campo Grande, 10-B | 217994190

Vasto Mar de Sargaços

Jean Rhys



















Antoinette Cosway é uma herdeira crioula nascida numa sociedade colonialista e opressiva. Conhece um jovem inglês que logo se deixa fascinar pela sua sensualidade e beleza, mas depois do casamento começam a circular estranhos rumores, que o envenenam contra ela. Apanhada entre as exigências dele e a sua própria sensação de precária pertença, Antoinette é levada à loucura.

Inspirado pelo livro Jane Eyre, de Charlotte Brontë, tem como cenário a paisagem exótica da Jamaica dos anos 30. Tornou-se um clássico da literatura do século XX e foi adaptado ao cinema.

Críticas de imprensa
«Uma das obras de génio do século XX»,
 Michèle Roberts, autora Bertrand

«Uma das melhores autoras britânicas do século»,
 A. Alvarez

«Um romance brilhante», 
Rolling Stone

«Um triunfo em termos de ambiente: aquilo a que uma pessoa se sente tentada a chamar ambiente gótico caribenho...Tem uma qualidade quase alucinatória» 
The New York Times

«Trabalhando com uma gama estilística que vai desde a introspecção temperamental até à elegância formal, a menina Rhys faz-nos viajar na pele de Antoinette», 
The Nation

Esteja Eu Onde Estiver

Romana Petri




O Turbulento e apaixonante século XX português numa inesquecível saga familiar













Ofélia, Margarida e Maria do Céu são as três mulheres de uma emocionante saga familiar que tem início nos anos quarenta e termina nós nossos dias. Situada numa Lisboa de beleza mágica, mas oprimida por uma ditadura que parece interminável, os seus trágicos destinos entrecruzam-se para sempre. Manuel, Carlos e Tiago são os homens que, passadas as suas falsas esperanças, as empurram para o sofrimento e o sacrifício.  
Esteja Eu Onde Estiver é, acima de tudo, a história de uma maternidade sem limites, a frase que uma mãe profere antes de morrer aos filhos que não quer abandonar. 
Fresco de um Portugal fechado, dolente e trágico, do longo caminho percorrido pelo povo que, depois de forçado ao silêncio, encontrará a coragem de ser moderno escolhendo a liberdade.
 
«Romana Petri escreve com extraordinária genialidade.»
Giorgio Manganelli 

«Escritora de improvisados rasgos líricos, de iluminações privadas de superficialidade, dócil e profunda, Romana Petri oferece-nos páginas de extraordinária excitação visual que, no seu culmine, se transforma em visões puras.»
Publishers Weekly

«Existe um perfume na escrita de Romana Petri, um perfume de que gostamos e pelo qual lhe estamos reconhecidos.»
Antonio Tabucchi

«O melhor romance italiano do ano.»
Repubblica

Ferrugem Americana

Philipp Meyer



















Passado na Pensilvânia, num cenário de grande beleza mas economicamente destruído, é um livro sobre a perda do sonho americano e do desespero - bem como da amizade, lealdade e amor - que dela advêm.
Esta é a história de dois rapazes ligados à cidade pela família, responsabilidade, inércia e beleza, que sonham com um futuro para além das fábricas e das casas abandonadas. Isaac English é deixado a tomar conta do pai depois do suicídio da mãe e de a irmã ter fugido para a universidade de Yale. Quando finalmente decide partir, acompanhado pelo seu melhor amigo, o temperamental Billy Poe, antiga estrela do futebol do liceu, são apanhados num terrível acto de violência que muda as suas vidas para sempre.  
Ferrugem Americana, evocativa dos romances de Steinbeck, leva-nos ao coração da América contemporânea num momento de profunda inquietação e incerteza quanto ao futuro. Trata-se de um romance negro mas lúcido e comovente, acerca da desolação que se bate com o nosso desejo de transcendência e acerca da capacidade salvadora do amor e da amizade.


Críticas de imprensa
«Um novo escritor cheio de talento.»
New York Times

«Poderoso… cativante… insere-se na tradição que se estende de Ernest Hemingway a Cormac McCarthy.»
Washington Post

O Intruso

William Faulkner






Uma história de crime, violência e racismo numa cidade sulista.











O Intruso é um romance que aborda os preconceitos raciais, partindo de uma situação em que um negro é acusado de matar um branco. 
Este livro é quase um romance policial e nele acompanhamos a estratégia do acusado para se livrar do seu linchamento, ajudado pelo advogado Gail Stevens, personagem recorrente nas obras do autor.  

Autor vencedor do Nobel e de 2 Pulitzer Em 1929, William Faulkner dá-se a conhecer com Sartoris e, sobretudo, com O Som e a Fúria. Casa-se e retira-se para escrever durante vinte anos. É a época dos seus grandes livros entre outros: Absalão, Absalão; Santuário; O Intruso. Em 1949 recebe o Prémio Nobel.

Noite Sobre As Águas

Ken Follett



















Em 1939, com a guerra a acabar de ser declarada, um grupo de pessoas privilegiadas embarca no mais luxuoso avião de sempre, o Pan American Clipper, com destino a Nova Iorque: um aristocrata britânico, um cientista alemão, um assassino e a sua escolta, uma jovem em fuga do marido e um ladrão encantador, mas sem escrúpulos. Durante trinta horas, não há escapatória possível desse palácio voador. Sobre o Atlântico, a tensão vai crescendo até finalmente explodir num clímax dramático e perigoso.

Criticas de Imprensa 
 
«Follett tece um drama tenso e mortificante no equivalente aéreo do Expresso do Oriente.» 
Publishers Weekly 

«Horas de uma história bem contada.» 
Kirkus Reviews 

«Follett é um mestre.» 
Washington Post

A História de Edgar Sawtelle

David Wroblewski



Hamlet recontado com um brilho extraordinário e tendo como cenário uma quinta remota em Wisconsin.
Edgar Sawtelle, um menino mudo e muito inteligente, vive uma vida idílica com os pais. Há gerações que os Sawtelle criam uma carinhosa raça de cão, ilustrada na perfeição por Almodine, a companheira de sempre de Edgar. Mas quando o seu pai morre de repente em circunstâncias misteriosas, Edgar culpa-se a si próprio, por não ter podido gritar por socorro. Destroçado pelo romance desesperado da mãe com o tio paterno, o seu mundo muda para sempre quando, certa noite de Primavera, vê o fantasma do pai. Depois da tentativa falhada de provar a culpa do tio, Edgar foge com 3 cães, mas o amor à mãe e aos animais, e a vontade de vingança, levam-no de regresso a casa.
Nada é como ele esperava, e terá de se decidir entre a vingança ou a preservação do legado da família.
Um enredo a lembrar o dilema de Hamlet, aclamado pela crítica. Uma das grandes revelações literárias do ano, A História de Edgar Sawtelle é uma daquelas raras obras que, a par dos grandes clássicos, encontramos de tempos a tempos.

«A leitura obrigatória deste Verão.»
People Magazine

«Nunca houve livro como A História de Edgar Sawtelle
Stephen King

«Inesquecível.»
Washington Post Book World

«Um misto de thriller literário com bestseller.»
Publishers Weekly

O Cão dos Baskervilles

Arthur Conan Doyle



Há cinco séculos que o Solar dos Baskerville alberga a família Baskerville. Quando o senhor da casa, Hugo Baskerville, aparece morto, com indícios de ter sido atacado selvaticamente por um animal, surge a lenda de que a propriedade é habitada por um cão negro, diabólico, que lança fogo pelos olhos e pela boca. Todos temem o terrível animal, e quem se atreve a aproximar-se da charneca junto ao solar onde a besta domina, morre. E é o que acontece a Sir Charles Barkerville, que aparece morto. A morte é desde logo atribuída ao cão que espalha o terror pelas redondezas. O novo senhor do Solar, Henry Baskerville, sobrinho de Sir Charles, decide então recorrer a Sherlock Holmes para resolver o mistério que envolve a morte do tio. Com a sua habitual argúcia, Holmes parte para o Solar, juntamente com o inseparável Doutor Watson, para procurar descobrir o misterioso animal e tentar impedi-lo de matar mais alguém, pois o perigo espreita em todo o lado.

A Filha da Floresta

Juliet Marillier



Passada no crepúsculo celta da velha Irlanda, quando o mito era Lei e a magia uma força da Natureza, esta é a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, o soturno Lorde Colum, e dos seus seis amados irmãos. O domínio de Sevenwaters é um lugar remoto, estranho, guardado e preservado por homens silenciosos e Criaturas Encantadas que deslizam pelos bosques vestidos de cinzento e mantêm armas afiadas. Os invasores de fora da floresta, os salteadores do outro lado do mar, os Bretões e os Viquingues, estão todos decididos a destruir o idílico paraíso. Mas o mais urgente para os guardiões é destruir o traidor que se introduziu dentro do domínio: Lady Oonagh, uma feiticeira, bela como o dia, mas com um coração negro como a noite. Oonagh conquista Lorde Colum com os seus sedutores estratagemas,; mas não consegue encantar a prudente Sorcha. Frustrada por não conseguir destruir a família, Oonagh aprisiona os irmãos num feitiço que só Sorcha pode quebrar. Se falhar, continuarão encantados e morrerão!
Então os salteadores chegam e Sorcha é capturada, quando está apenas a meio da sua tarefa... Em breve vai ver-se dividida entre o seu dever, que lhe impõe que quebre o encantamento, e um amor cada vez maior, proibido, pelo senhor da guerra que a capturou.


Uma Outra Educação

Lynn Barber




«Os meus pais tinham sido educados como Metodistas, mas, quando me tiveram, a sua religião era educação, educação, educação. Fui criada desde o berço para passar todos os exames possíveis, ganhar todas as bolsas de estudo possíveis, e ir para a Universidade – Cambridge se fosse inclinada para as matemáticas como o meu pai, ou Oxford se me provasse “artística” como a minha mãe.»
Posto isto, diga-se antes de mais, nem Cambridge nem Oxford, o destino da protagonista foi bem diferente. E acrescente-se, desde já, que nem só de educação trata este livro (entretanto adaptado para o grande ecrã e nomeado para os Óscares).

Uma Outra Educação também fala da revolta contra o sistema, da falta de perspectivas de carreira que as mulheres tinham na década de 60, do fascínio pelo homem mais velho e experiente e de ousadias.

O livro relata a história de Lynn Barber, uma adolescente quase a tornar-se mulher, e está ambientado na Inglaterra do início dos anos 60 (em pleno auge do conservadorismo que se desenvolve no período pós-guerra), e no início da década de 70, uma década que acaba mais tarde por se livrar de todas as amarras que marcaram a década anterior.
Aos 16 anos, numa paragem de autocarro, a jornalista Lynn Barber apanhou boleia de um atraente homem mais velho no seu carro desportivo – e a sua vida quase ficou destruída. Outrora uma rapariga inteligente e confiante, a caminho de Oxford, ela começou uma relação que, incrivelmente, foi encorajada pelos seus pais convencionais e suburbanos e que a levou ao mundo semicriminoso da Londres no início dos anos 60. Eis então o início de Uma Outra Educação, o livro que foi entretanto adaptado ao cinema, com argumento de Nick Hornby e participação de Carey Mulligan e Alfred Molina, e está nomeado para diversos Globos de Ouro e igualmente para os Óscares, incluindo o de Melhor Filme.