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Civilização - Hilary Mantel vence National Book Award para Autor do Ano




Após bisar o Man Booker com Bring Up the Bodies, a editar em 2013 pela Civilização
 

Hilary Mantel vence National Book Award para Autor do Ano

 






A escritora Hilary Mantel acaba de vencer – pela segunda vez – o ‘National Book Award’ na categoria ‘Autor do Ano’, desta vez com Bring Up the Bodies. Menos de dois meses após ser distinguida – também pela segunda vez – com o Man Booker pelo mesmo romance, a autora de Wolf Hall, editado em 2009 pela Civilização, volta a surpreender.

“A dupla vencedora do Man Booker, Hilary Mantel foi premiada com o ‘Waterstone's UK Author of the Year’ pelo seu Bring Up the Bodies, vencendo autores como J. K. Rowling e Zadie Smith”, escreve The Bookseller. O seu novo romance, que é uma sequela de Wolf Hall, está ainda nomeado para o ‘Costa Novel of the Year’, cujos vencedores serão conhecidos em janeiro de 2013.

Em outubro, Hilary Mantel fez história ao ser o primeiro autor britânico – e a primeira mulher – a receber duas vezes o Prémio Man Booker e o seu livro, Bring Up the Bodies, ser a primeira sequela a vencer a prestigiada distinção literária nos seus 43 anos de história. O romance Wolf Hall, em 2009, e agora Bring Up the Bodies, a publicar em 2013, são dois títulos com a chancela da Civilização.
Na cerimónia de entrega do Man Booker, em outubro, ironizou: “Não sei. Espera-se vinte anos pelo Prémio Booker e, de repente, surgem dois ao mesmo tempo”. O romance premiado, Bring Up The Bodies, que tem merecido ótimas críticas por parte da crítica internacional, é um romance sobre a queda de Ana Bolena vista pelos olhos de Thomas Cromwell, o ambicioso primeiro-ministro de Henrique VIII. Segundo o júri, este livro é ainda mais impressionante que o seu antecessor, Wolf Hall, vencedor do mesmo prémio em 2009.

 

Hilary Mary Mantel, escritora e crítica literária britânica, nasceu em Derbyshire (Inglaterra) em 1952. Com mais de uma dezena de obras publicadas, Hilary Mantel foi já distinguida com diversos prémios e condecorações ao longo da sua carreira. Em 1987 venceu o Shiva Naipaul Memorial Prize; em 1990 venceu o Southern Arts Literature Prize, o The Cheltenham Prize e o Winifred Holtby Memorial Prize pelo seu livro Fludd. Ainda na década de 1990, a autora ganhou o Sunday Express Book of the Year e o Hawthornden Prize. Em 2006, Hilary Mantel foi finalista do Commonwealth Writers Prize (Eurasia Region, Best Book) e do Orange Prize for Fiction com o livro Beyond Black.




Título: Wolf Hall
Autor: Hilary Mantel
Tradução: Beatriz Sequeira
Páginas: 680 
Tema: Romance Histórico
ISBN: 978-972-26-3104-4
PVP: 22,20 €
Lançamento: Abril 2010
 

Civilização - Hilary Mantel ganha Man Booker novamente e faz história



O romance da autora vai ser editado em breve pela Civilização Editora

Hilary Mantel ganha Man Booker novamente e faz história

 
A escritora Hilary Mantel é o primeiro autor britânico – e a primeira mulher – a receber duas vezes o Prémio Man Booker e o seu livro, Bring Up the Bodies, é a primeira sequela a vencer a prestigiada distinção literária nos seus 43 anos de história. O romance Wolf Hall, em 2009, e agora Bring Up the Bodies, em 2012, são dois títulos – respetivamente, publicado e a publicar – com a chancela da Civilização.


“Não sei. Espera-se vinte anos pelo Prémio Booker e, de repente, surgem dois ao mesmo tempo”, ironizou a autora na cerimónia de entrega do prémio, realizada esta terça-feira. O romance premiado, Bring Up The Bodies, que tem merecido ótimas críticas por parte da crítica internacional e que será publicado em breve pela Civilização, é um romance sobre a queda de Ana Bolena vista pelos olhos de Thomas Cromwell, o ambicioso primeiro-ministro de Henrique VIII. Segundo o júri do prémio, este livro é ainda mais impressionante que o seu antecessor, Wolf Hall, que ganhou o mesmo prémio em 2009.

Hilary Mary Mantel, escritora e crítica literária britânica, nasceu em Derbyshire (Inglaterra) em 1952. Com mais de uma dezena de obras publicadas, Hilary Mantel foi já distinguida com diversos prémios e condecorações ao longo da sua carreira. Em 1987 venceu o Shiva Naipaul Memorial Prize; em 1990 venceu o Southern Arts Literature Prize, o The Cheltenham Prize e o Winifred Holtby Memorial Prize pelo seu livro Fludd. Ainda na década de 1990, a autora ganhou o Sunday Express Book of the Year e o Hawthornden Prize. Em 2006, Hilary Mantel foi finalista do Commonwealth Writers Prize (Eurasia Region, Best Book) e do Orange Prize for Fiction com o livro Beyond Black.


  
 
Título: Wolf Hall 
Autor: Hilary Mantel 
Título Original: Wolf Hall 
Tradução: Beatriz Sequeira 
Páginas: 680  
Tema: Romance Histórico 
PVP: 22,20 €
Lançamento: Abril 2010
 

Civilização - Hilary Mantel vence o Man Booker 2012 com "Bring Up the Bodies"


 Hilary Mantel vence o Man Booker 2012 com Bring Up the Bodies

O novo romance da autora vai ser editado em breve pela Civilização Editora.

A escritora Hilary Mantel acaba de vencer o Prémio Man Booker 2012 com Bring Up the Bodies, romance que será lançado em breve pela Civilização Editora. O seu último romance, Wolf Hall, que decorre na Inglaterra dos Tudor, foi igualmente vencedor daquela que é uma das mais prestigiadas distinções literárias em todo o mundo.

Os Filhos da Meia-Noite

Salman Rushdie





Vencedor do Man Booker Prize 1981


 










À meia-noite do dia 15 de Agosto de 1947, no momento exacto da independência da Índia do Império Britânico, nasce em Bombaim Saleem Sinai... A sua vida vai acompanhar e sofrer todas as convulsões dos primeiros trinta anos de vida da Índia, incluindo a separação do Paquistão, a guerra Indo-Paquistanesa e o Estado de Emergência de Indira Ghandi. 
Esta obra, o mais impressionante fresco alguma vez escrito sobre a Índia contemporânea, conquistou em 1981 o Man Booker Prize, e recebeu em 1993 o Booker of Bookers, concedido ao melhor de todos os livros galardoados com o Man Booker Prize nos seus primeiros 25 anos de existência. Em 2008 foi declarado o melhor romance vencedor do Booker de todos os tempos.


Criticas de Imprensa
"Um épico maravilhoso... A prosa de Rushdie oscila entre duas velocidades, parando em imagens, vistas e personagens com uma presença inesquecível."
Newsweek

Desgraça

J. M. Coetzee





"Desgraça valeu a J. M. Coetzee o seu segundo Booker Prize, em 1999. É um romance sombrio, da África do Sul pós-apartheid."











David Lurie, 52 anos, professor universitário na Cidade do Cabo, é expulso da Universidade por causa de um affair sexual com uma aluna. Decide então ir viver para a quinta da sua filha Lucy, uma ex-hippy que se convertera à terra. É ela que trata da herdade e tenta viver o melhor que pode a sua relação com os vizinhos negros. A determinada altura, a quinta é assaltada por três homens que violam Lucy, fecham o pai na casa-de-banho, vandalizam a casa e pegam-lhe fogo. O mundo de David Lurie desaba por completo. Como irá ele sobreviver-lhe?
Apesar de passado na África do Sul e de alguns dos episódios descritos nos trazerem à memória a actual crise do Zimbabwe, da qual o romance foi como que uma espécie de presságio, Desgraça é uma metáfora ácida sobre o mundo dos nossos dias escrito sem moralismos de qualquer espécie.

O Papagaio de Flaubert

Julian Barnes



















O inglês Geoffrey Braithwaite atravessa o Canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. 
A intenção é a de ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary — o seu talento indiscutível mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos —, sobre literatura, sobre o amor (entre ele mesmo e a sua mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. 
Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.

O Deus Das Pequenas Coisas

Arundhati Roy



















O Deus das Pequenas Coisas é a história de três gerações de uma família da região de Kerala, no sul da Índia, que se dispersa por todo o mundo e se reencontra na sua terra natal.
 
Uma história feita de muitas histórias. A histórias dos gémeos Estha e Rahel, nascidos em 1962, por entre notícias de uma guerra perdida. A de sua mãe Ammu, que ama de noite o homem que os filhos amam de dia, e de Velutha, o intocável deus das pequenas coisas. A da avó Mammachi, a matriarca cujo corpo guarda cicatrizes da violência de Pappachi. A do tio Chacko, que anseia pela visita da ex-mulher inglesa, Margaret, e da filha de ambos, Sophie Mol. A da sua tia-avó mais nova, Baby Kochamma, resignada a adiar para a eternidade o seu amor terreno pelo Padre Mulligan..
Estas são as pequenas histórias de uma família que vive numa época conturbada e de um país cuja essência parece eterna. Onde só as pequenas coisas são ditas e as grandes coisas permanecem por dizer.
O Deus das Pequenos Coisas é uma apaixonante saga familiar que, pelos seus rasgos de realismo mágico, levou a crítica a comparar Arundhati Roy com Salmon Rushdie e García Márquez.

Corpo Presente

Anne Enright



Desse-se o caso deste volume ser aberto por um bibliófilo que só decide ler um livro se o seu início for bom, e o teste seria passado com distinção. Porque o primeiro parágrafo de ‘Corpo Presente’ não é apenas bom, é genial: “Gostaria de contar o que aconteceu na casa da minha avó no Verão em que eu tinha oito ou nove anos, mas não tenho a certeza que tenha realmente acontecido. Preciso de testemunhar um acontecimento incerto. Sinto-a enraivecida dentro de mim – esta coisa que pode não ter acontecido.”
São apenas cinco linhas, mas com elas Anne Enright (n. 1962) mostra logo ao que vem – um romance misterioso e perturbador, cheio de culpa e morte por dentro, muito bem escrito e com tantas certezas quantas há na previsão do sítio onde um trovão vai cair. Ou seja, nenhumas.
‘Corpo Presente’, quarto romance, foi o título vencedor do último Man Booker Prize, e foi parar às mãos da irlandesa Enright (estreante nas nomeações) quando muita gente esperava que fosse para Lloyd Jones (com ‘Mr. Pip’) ou Ian McEwan (‘Na Praia de Chesil’). E não se pode dizer que a autora não tenha avisado os seus leitores quando, ao receber o prémio, declarou à BBC: “Se o que procuram é um livro feliz, que os anime, então não aconselho a leitura do meu."
É a história de uma família, os Hegarty, mas não há almoços de domingo nem serões em volta da lareira a olhar para fotografias antigas. Pelo contrário. A única vez em que se juntam todos os membros deste clã irlandês é ... num funeral.
Veronica é a narradora, é quem não sabe se aconteceu ou não a coisa terrível que poderá estar relacionada com o suicídio do seu irmão Liam. No início vamos encontrá-la no presente, mas depois todo o livro é uma sucessão de analepses e prolepses, desde o reconhecimento do corpo do irmão, em Brighton, ao ano em que os dois tinham oito e nove anos de idade e foram viver para casa da avó.
“Nem sempre gostamos das pessoas que amamos – nem sempre podemos fazer essa escolha”, é apenas um dos vários aforismos em que nos detemos. Há outros sobre a morte e sobre a memória. Todos denunciam a complicada relação da narradora com a família: a ausência de relação com a mãe, “uma pessoa tão vaga que é possível que nem ela própria se consiga ver”; e o enorme sentimento de culpa para com o irmão, perdido no meio dos outros 11 irmãos e que nunca conseguiu ter o seu final feliz, como ela. Até por isso Veronica se sente culpada: por ter “casa bonita”, marido empreendedor e duas encantadoras filhas. E é cada vez mais cheia de fantasmas e dúvidas que se vai afastando do presente e que o livro se vai tornando mais negro, poético e contemplativo.
Podemos amar quem nunca escolhermos amar e podemos amar quem odiamos, é uma das mensagens. No fim, se houver uma conclusão, é a de que o amor é estúpido. Estúpido, ilógico, cansativo e desgastante. E inútil, porque a morte é ainda mais estúpida mas acontece.

«Lembranças de um acontecimento marcante , no passado, assombram Verónica , que tem "flashes" reais e imaginários violentos, associados a um episódio de abuso sexual. Existe uma agressividade, crueza e originalidade na história e no modo como esta nos é contada que se tornam comoventes, misturadas com a ironia com que narradora fala dos seus oito irmãos, nenhum deles "vulgar". O afecto transforma-se em raiva e esta em afectos em segundos.»
Teresa D’Ornellas

«Um romance admirável.»
Times Literary Supplement

«Extremamente comovente, agarra-nos e abana-nos. Compulsivo, ousado, conciso e dilacerante. Veronica Hegarty é a criação mais espantosa de Anne Enright, tão perfeitamente tornada real que as palavras se fundem em imagens e estados de espírito.»
The Scotsman

«Este romance é o produto de uma inteligência notável.»
The Guardian

«Uma reflexão poética sobre a memória e os laços que unem três gerações de uma família irlandesa. Onírica, sábia. […] Anne Enright é única.»
Kirkus Reviews

Fonte: Ana Dias Ferreira

Possessão

Uma História de Amor
A. S. Byatt



Dois investigadores universitários estudam as vidas dos poetas victorianos Randolph Henry Ash e Christabel LaMotte. Enquanto pesquisam a sua vida turbulenta, uma estranha e perturbadora ligação ancorada numa correspondência de paixões e ideias começa a surgir. Uma extraordinária e entusiasmante mistura de mistério, história de amor e sátira da vida universitária.