Mostrar mensagens com a etiqueta Thomas Mann. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Thomas Mann. Mostrar todas as mensagens

Os Buddenbrook

Thomas Mann





Um extraordinário clássico da literatura. A ascensão e a decadência de uma família.












Os Buddenbrook narra a ascensão e a decadência de uma família burguesa alemã através de quatro gerações. Mais do que a crónica em torno da vida e costumes dos seus personagens, este romance é a metáfora exemplar das contradições e dilemas de uma classe, cujo poder e domínio se constroem sobre a fraude, a hipocrisia e a alienação. Ao mesmo tempo, como posteriormente acontecerá nos seus principais romances, Thomas Mann propõe e desenvolve o tema da arte como a instância privilegiada em que o homem pode reflectir sobre si, a sua época e o seu meio.  


Críticas de imprensa
«Este retrato obsessivamente minucioso da sociedade burguesa alemã, em jeito de saga familiar na tradição realista do século XIX, surge já como um romance de transição para o simbolismo das primeiras décadas do século XX. [… “Os Buddenbrook”] foi- usando uma expressão de Newton – os “ombros de gigante” sobre os quais se erigiu um século de literatura (as obras-primas de Mann incluídas).»
José Riço Direitinho, Público

A Montanha Mágica

Thomas Mann



História mágica ou filosófica, romance histórico ou de formação, narrativa sobre o tempo ou viagem interior de um jovem alemão honrado e ávido de experiências, este romance envolve e enreda o leitor em teias mágicas que não mais o libertarão, entre a sátira e a seriedade, o humor e a ironia, a luz e o niilismo, numa sinfonia contra-pontística em que liberalismo e conservadorismo, decadência e sublimação, doença e saúde, espírito e natureza, morte e vida, honra e volúpia se sucedem num torvelinho que só a Primeira Guerra Mundial conseguirá dissipar. 
Quando as fundações da Terra e da montanha mágica começam a tremer, quando o mundo hermético feito de tédio, torpor e exasperação começa a abalar, por acção do trovão e do enxofre, das baionetas e dos canhões, é que o arganaz adormecido esfrega os olhos e começa a endireitar-se, saindo da sua tenaz hibernação, expulso do seu reino e dos seus sonhos, salvo e liberto, depois de quebrado tão longo e mágico encanto.

Prémio Nobel de Literatura de 1929